ALERTA NO TRÂNSITO

Gerente de operações da CNL alerta para temporais e orienta motoristas

Previsão indica mais de 100mm de chuva nos próximos dias, em Bertioga e região; concessionária orienta condutores sobre segurança viária

Gerente de operações da CNL alerta para temporais e orienta motoristas
Há previsão de volume superior a 100 milímetros de chuva em curto intervalo - Divulgação/CNL


A Concessionária Novo Litoral (CNL) alertou, nesta sexta-feira (16), motoristas que trafegam por Bertioga e outras cidades do litoral de São Paulo sobre previsão de chuvas intensas nos próximos dias, especialmente na segunda-feira (19), quando haverá risco elevado nas rodovias sob sua gestão.

Aviso ocorreu após consolidação de dados climáticos em parceria com a Climatempo, que apontam volume superior a 100 milímetros de chuva em curto intervalo, condição que eleva chance de acidentes e interdições das rodovias, semelhante ao primeiro fim de semana do ano.

Diante do cenário, Kaio Nascimento, gerente de operações da CNL, reuniu orientações essenciais voltadas à condução segura em dias de chuva forte, com foco na prevenção de acidentes.



Entre as recomendações estão redução de velocidade, já que limites da via consideram pista seca, e aumento da distância em relação ao veículo à frente, pois o espaço de frenagem cresce de forma significativa em piso molhado.

Concessionária também orienta uso permanente de farol baixo, atenção redobrada à perda de aderência e cuidados ao perceber sensação de flutuação do veículo, evitando freadas bruscas e mantendo controle do volante.

Outro ponto destacado envolve manutenção preventiva, com verificação frequente de pneus, palhetas do limpador e sistema de desembaçamento, itens decisivos para visibilidade e estabilidade durante temporais.



Kaio Nascimento reforça importância da direção defensiva. "Sob chuva forte, tempo de reação do veículo aumenta e visibilidade cai drasticamente. Mudança de comportamento preserva vidas e garante tráfego mais seguro".

A CNL administra 212 quilômetros de rodovias que cortam Baixada Santista, Alto Tietê e Vale do Ribeira, áreas que devem sentir impactos diretos do aumento do volume de água sobre as pistas.

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