Criado pela Sobloco Construtora, projeto de educação ambiental reúne estudantes, professores e comunidade em atividades sustentáveis na cidade

O programa Clorofila celebrou 33 anos de atuação na educação ambiental, com um evento especial realizado na terça-feira (16), na escola Caminhos do Bem, em Bertioga, no litoral de SP. A iniciativa, criada pela Sobloco Construtora, já atendeu gerações de alunos da rede local, e segue promovendo atividades que unem sustentabilidade, cidadania e aprendizado.
Desde sua criação, o programa Clorofila desenvolve junto às escolas projetos que incluem hortas, plantios, oficinas de culinária sustentável, concursos, encontros de educadores e outras ações voltadas à preservação do meio ambiente. Durante sua história, o programa já trabalhou com mais de 25 mil alunos.
Na celebração dos 33 anos, os convidados participaram de plantio simbólico de flores, na entrada da escola, e assistiram a um vídeo que resgatou a trajetória e as conquistas do programa ao longo de três décadas.

Os estudantes também apresentaram um jogral e uma paródia. Em seguida, foi servido um lanche com a proposta de aproveitamento integral dos alimentos. Durante a programação, houve entrega de um livro de receitas sustentáveis e apresentação da horta cultivada no local. O encontro foi encerrado com a distribuição de mudas de manjericão para todos os presentes.
Coordenadora do programa Clorofila, Cristina Peres destacou a importância da iniciativa e do ensinamento aplicado, que atravessa gerações.
“O Clorofila em si já existe há 33 anos. A gente atende gerações de adultos que, quando crianças, participaram das atividades do programa. E frequentemente nos encontram e dão depoimentos de como isso, de alguma maneira, mexeu com eles. Despertou um interesse pelo meio ambiente, despertou um afeto em proteger todas as formas de vida. Isso, para a gente, já é um lastro reconhecido”.
Já a diretora Anelize Manzi, responsável pela escola Caminhos do Bem, valorizou a importância do projeto Clorofila. "A gente vê a maior mudança no sentido de como os alunos veem o alimento que elas plantam e traz uma transformação social", conta Anelize.