“Se os fins justificam os meios, o que justifica os fins “(Tróstski 1879-1940)

Com o pensamento de Leon Trotski, conhecido pensador comunista, discípulo de Lenin, começo meu texto afirmando, que hoje vivemos tempos, onde a liberdade de expressão foi relativizada. Para entender, vamos ao conceito:
O que é a liberdade de expressão?
Liberdade de expressão é um conceito que prevê a oportunidade de uma ou mais pessoas expressarem suas ideias sem medo de coerção ou represálias.
O termo se refere à livre manifestação de diferentes vozes, não importando se concordam, divergem em alguns pontos ou discordam umas das outras, a respeito de qualquer tema ou indivíduo.
O brasileiro, apaixonado pela internet, percebeu a existência de um truque no carimbo de Fake News pelas agências de checagem, tem aí, um viés político na classificação, e sentindo o bafo de controle no cangote, resolveu, ainda bem, questionar.
Na verdade, uma sociedade bem informada e abastecida de dados, é mais difícil de ser manipulada.
“Nestes novos tempos de novos costumes, a VOZ, saiu das mãos das Corporações e caiu nas mãos dos indivíduos. Este processo constitui a revolução humanista mais sensacional da nossa história recente.” Cris Aragoni, Admirável Mundo Novo, artigo)
Tal fenômeno, deixa os democratas de gabinete desnorteados, e a pressão para controlar essa massa de informações é gigantesca.
Conhecidos intelectuais que outrora se gabavam de serem bastião da liberdade, hoje flertam com o autoritarismo disfarçado de proteção.
A tal cartilha pró democracia só vale se o outro pensar da mesma forma, se pensar diferente meu caro, vamos de cala boca mesmo. O avanço às liberdades individuais e a liberdade de expressão tomam proporções jamais vistas, os democratas, só que não, apoiam o controle da internet como forma de controle social em nome de uma suposta proteção “DA VERDADE”.
“Desde que a expressão “pós-verdade” entrou para o dicionário britânico Oxford, em 2016, o mundo viu renascer a preocupação com um dos fenômenos mais antigos da humanidade: o boato. Rebatizado de fake news, o conteúdo falso assumiu as vestes do jornalismo, copiou o design das páginas de notícia e cativou leitores mais propensos a aceitar relatos com base em suas emoções do que em fatos — esta é, aliás, a definição de pós-verdade.
Encontrar, desmascarar e denunciar sites de fake News, virou esporte nacional para jornalistas checadores, e as big techs ávidas em impor uma nova identidade cultural no mundo, declararam as fact checking tropa de elite da mordaça, e deram poderes by Gestapo, para elas. Gestapo
São elas que dizem ou não, o que pode circular nas redes, o cancelamento de perfis recomendados por eles é a nova fogueira das bruxas.
A coisa toda é muito complexa, principalmente no Brasil onde jornalistas estão vinculados a partidos políticos e artistas nada preocupados com moral e probidade, promovem a perseguição de quem pensa diferente, defendendo unicamente seus interesses financeiros e particulares.
Eu considero a liberdade da internet fundamental como instrumento de democratização do pensamento, como arma contra o controle da tirania de elites oligárquicas, como forma de multiplicar o conhecimento e difundir informações, notícias e ideias.
Sou a favor do pensamento crítico, sou à favor do ensino da racionalidade e do estimulo ao questionamento, somos humanos, o humano é um ser que interroga e se interroga procurando respostas, prosperamos como espécie, questionando, perguntando, interrogando, não será agora que seguiremos ao escuro em direção ao abismo sem interrogar.
Em plena campanha eleitoral, estamos vendo o partido da Toga (TSE) censurando toda e qualquer matéria jornalística ou programa eleitoral que possa prejudicar o candidato das elites, Lula da Silva.
Contra Lula, tudo é proibido, tudo é ataque, inclusive a verdade.
Cris Aragoni