TÉTRICO

Indígenas de Ubatuba mantém pesquisadores em cárcere privado

Forças militares foram acionadas para resgatar os três pesquisadores da aldeia


Da redação
Publicado em 02/10/2021, às 08h57 - Atualizado às 10h04

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Polícia Ambiental resgata pesquisadores de Ubatuba - Divulgação/PMESP
Polícia Ambiental resgata pesquisadores de Ubatuba - Divulgação/PMESP


Três pesquisadores foram mantidos em cárcere privado por um povoado indígena de Ubatuba, Litoral Norte de São Paulo. Forças militares foram acionadas para atender a ocorrência de resgate nesta quinta-feira (29).

A Polícia Militar Ambiental da cidade compareceu ao local do crime, na aldeia ‘ti renascer ywyty guaçu’, bairro Corcovado. As equipes tentaram contatar o representante de aldeia, que se apresentou como filho do Cacique da tribo.

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Em conversa com o indígena, foi descoberto que a aldeia estava encaminhando um oficio para o Ministério Público, solicitando providencias de impedições de construções na área do Pico do Corcovado.

De acordo com o reclamante, a área da aldeia se abriria para a exploração turística e geraria um impacto ambiental gigantesco afetando a cultura do povo.

Durante longa negociação, os pesquisadores de 31, 26 e 40 anos foram soltos. As vítimas revelaram para as autoridades que os momentos que cárcere foram traumatizantes e que temiam por suas vidas.



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