
Fotos: Gianni D’Angelo/PMC
Caraguatatuba
Da redação
Na quinta, 17, foi realizada mais uma reunião de transição de governo em Caraguatatuba. O tema desse encontro, realizado na Secretaria de Administração, foi sobre as principais ações da Secretaria de Obras.
A reunião teve a presença da secretária adjunta de obras Tatiane de Oliveira Ribeiro; da coordenadora da comissão da atual gestão Eloiza Antunes; do secretário de assuntos jurídicos Dorival de Paula Júnior; e dos representantes da comissão da próxima administração: Ricardo Ribeiro, coordenador da comissão; Amauri Barboza Toledo, Eugênio de Campos Júnior e Josemar Vieira.
A secretária Tatiane falou de todas as obras e convênios na cidade e, no final da reunião, entregou um relatório com informações sobre o assunto, além de relação de todos os convênios e contratos em vigência no município.
Já na quarta, 16, a transição focou esforços na atuação da Secretaria de Assuntos Jurídicos. Os assuntos abordados foram as procuradorias existentes na prefeitura, informações sobre a ouvidoria, Procon, patrimônios, o apoio aos tribunais, os processos em andamento, desapropriações e funcionários.
Na ocasião, Dorival de Paula Júnior entregou à comissão da próxima gestão a relação de patrimônios e processos, em trâmite na Câmara, levantamento fundiário, lotação dos servidores, principais leis desde 2009, informações sobre o Procon e o relatório de prestação de contas da secretaria.
Dificuldades
Reuniões entre os grupos da atual e futura gestão têm ocorrido rotineiramente. Apesar da aproximação, o futuro prefeito Aguilar Jr. lamentou que algumas informações não estejam sendo disponibilizadas. “Minha equipe de transição tem atuado bastante. Achamos que seria mais fácil, considerando as imposições da lei de transição, mas tem sido difícil. Não temos tido resposta para uma série de demandas”.
Segundo ele, questionamentos sobre a disponibilidade de medicamentos nos postos, ou sobre os TAC’s (Termos de Ajustamento de Conduta), por exemplo, são devolvidas sem resposta. “Eles dizem que veremos quando assumirmos, que a lei não exige que apresentem isso ou aquilo. Não creio que essa geração de dificuldades seja uma vontade do atual prefeito, acredito que ele se preocupa com o futuro de nossa cidade, mas essas situações tristes têm ocorrido, lamentavelmente”.