QUE SUSTO!

Dupla de praticantes de stand up paddle passa sufoco em trajeto por praias de São Sebastião (SP)

Chegada de fortes ventos quase causou uma tragédia entre as praias do Guaecá e Toque-Toque, na costa sul da cidade

Da redação
Publicado em 07/10/2021, às 14h52 - Atualizado às 15h46

FacebookTwitterWhatsApp
Remadores sofreram com os fortes ventos na costa sul de São Sebastião Dupla de praticantes de stand up paddle passa sufoco em trajeto por praias de São Sebastião (SP) - Foto: Reprodução Instagram
Remadores sofreram com os fortes ventos na costa sul de São Sebastião Dupla de praticantes de stand up paddle passa sufoco em trajeto por praias de São Sebastião (SP) - Foto: Reprodução Instagram

Essa foi por pouco. O que era ser um trajeto tranquilo, curtindo o mar e a prática do stand up paddle, quase terminou em tragédia. O relato foi divulgado pela página ‘Remar, Limpar, Ensinar’ no Instagram, na quarta-feira (6).

Uma dupla de praticantes do esporte decidiu remar entre as praias de Paúba e Guaecá, na costa sul da cidade de São Sebastião, no Litoral Norte de São Paulo, na última terça-feira (5).

Faça parte do nosso grupo no WhatsApp ➤ http://bit.ly/CNnoticiasdolitoral2E receba matérias exclusivas. Fique bem informado! 📲

Ao verificar a direção do vento no dia anterior, os remadores resolveram mudar o trajeto e inverter a ordem de saída, partindo então da praia do Guaecá em direção à Paúba.

“Batido o martelo, saímos em direção ao Guaecá para fazer o que havíamos planejado, mas antes pensamos em passar em Paúba e dar uma olhada. Vai que o vento não entrou, não é? E foi dito e feito! Mar liso e sem vento. Então decidimos entrar ali mesmo (Paúba) e fazer o caminho inicial”, explica um dos remadores.

Mas a decisão não foi a mais adequada. Após mais de 3 km de remada, fortes ventos atingiram a praia de Toque-Toque. A dupla então decidiu colocar as pranchas no carro de apoio e partir novamente para a praia do Guaecá para ter “o vento a favor”.

Mesmo assim o vento não deu trégua. Os remadores fizeram um trajeto de quase 9 km com fortes ondulações e rajadas de ventos em todas as direções.

“Decisão errada mais uma vez e uma lição para aprender. Fizemos uma remada em condições extremas (vento de lado, frente, costas com forte ondulações). Cerca de 90% de toda a remada foi feita de joelho e com muita tensão. Chegamos junto com à noite e muito gratos por estarmos bem”, desabafa o remador.

Porém, nem todo o percurso foi ruim. Com o objetivo de realizar a limpeza das praias, os remadores ainda conseguiram acessar alguns locais e recolher lixos deixados no mar e na areia.

Quer conhecer o trabalho da página ‘Remar, Limpar, Ensinar’? Acesse o perfil oficial no Instagram: @remarlimparensinar.

Comentários

Receba o melhor do nosso conteúdo em seu e-mail

Cadastre-se, é grátis!