Santos terá mais 64 câmeras de monitoramento até o fim do mês

Costa Norte
Publicado em 03/10/2014, às 15h16 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h36

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A segurança pública vem sendo reforçada em Santos com a instalação de mais 64 câmeras do Sistema Informatizado de Monitoramento (SIM) nos morros e zonas Noroeste, Intermediária e Central. Até o final do mês, a cidade somará 345 equipamentos em importantes vias, corredores comerciais e espaços públicos, para auxiliar no combate à criminalidade e monitoramento do trânsito. A previsão é que no fim do 1º semestre de 2015 sejam 522, totalizando investimentos de cerca de R$ 10,5 milhões provenientes de recursos municipais (próprios e de emendas parlamentares de vereadores), estaduais e federais. Do pacote de 64, elas já foram instaladas no Marapé; Zona Noroeste (divisa com São Vicente); Macuco (praça Palmares); Vila Mathias (próximo à Portuguesa Santista); Jabaquara; e no centro histórico. Também serão contemplados Rádio Clube; Santa Maria; São Jorge; Areia Branca; Caneleira; Bom Retiro; Encruzilhada; e morros Nova Cintra, São Bento e Jabaquara, e ainda o perímetro da praça Mauá. Sérgio Del Bel Jr., titular da Secretaria de Segurança (Seseg), disse: “A vigilância territorial aumentou consideravelmente na cidade. Trata-se de mais um instrumento que facilita a ação dos órgãos policiais, bem como da administração pública, ajudando a antever situações e a evitar crimes”. A esquina das ruas XV de Novembro e do Comércio, no centro, é um dos locais que recebeu recente instalação. Bem em frente tem uma loja de roupas e a proprietária do estabelecimento, Giovanna Carneiro, 38 anos, sente-se mais segura. “Muitos furtos estão ocorrendo durante a madrugada nos comércios. As câmeras inibem e a gente fica mais tranquila. É algo necessário”. As câmeras são instaladas em áreas com maior concentração de pessoas, vias de acesso à entrada da cidade e de fluxo considerável, locais com índices de violência, centros comerciais, equipamentos públicos, entre outros. Mas o uso não se restringe à segurança, ressalta Del Bel Jr.: “Contribuem em situações de chuva ou vento forte e no trânsito”. A dona de casa Cristina Stábile, 42, moradora do Marapé, vê nesses equipamentos uma forma de inibir a irresponsabilidade de motoristas ao volante. Na rua Carvalho de Mendonça com canal 1, em frente à escola municipal Olavo Bilac, próximo onde ela mora, há uma câmera colocada há poucos dias. “Moramos em uma avenida movimentada, então elas são importantes para conscientizar quem corre no trânsito. São muitos atropelamentos neste cruzamento”.

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