LISTA DE CRIMES

Milton Ribeiro é preso pela Polícia Federal em Santos

Ex-ministro da Educação foi preso por crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência


Da redação
Publicado em 22/06/2022, às 12h18 - Atualizado às 12h42

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Mandado foi expedido durante a operação “Acesso Pago”, que tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção Milton Ribeiro MIlton Ribeiro olhando pra baixo com olhar apreensivo e sorriso brincalhão - Poder 360
Mandado foi expedido durante a operação “Acesso Pago”, que tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção Milton Ribeiro MIlton Ribeiro olhando pra baixo com olhar apreensivo e sorriso brincalhão - Poder 360


O ex-ministro da Educação Milton Ribeiro foi preso pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quarta-feira (22) em Santos, no litoral de São Paulo.

O mandado foi expedido durante a operação “Acesso Pago”, que tem o objetivo de investigar a prática de tráfico de influência e corrupção para a liberação de recursos públicos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), vinculado ao Ministério da Educação (MEC).

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O mandado de prisão contra Milton Ribeiro cita os crimes de corrupção passiva, prevaricação, advocacia administrativa e tráfico de influência.

Milton Ribeiro foi levado para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília e a audiência de custódia será realizada ainda nesta quarta (22) durante a tarde.

Além do mandado contra o ministro, estão sendo cumpridos 13 mandados de busca e apreensão e outros quatro mandados de prisão, distribuídos pelos estados de Goiás, São Paulo, Pará e Distrito Federal.



“O crime de tráfico de influência está previsto no artigo 332 do Código Penal, com pena prevista de 2 a 5 anos de reclusão. São investigados também fatos tipificados como crime de corrupção passiva (2 a 12 anos de reclusão), prevaricação (3 meses a 1 ano de detenção) e advocacia administrativa (1 a 3 meses), todos previstos no Código Penal”, informou a PF.

“A investigação iniciou-se com a autorização do STF em razão do foro privilegiado de um dos investigados”, informou a PF em nota.

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Os policiais basearam a investigação em documentos, depoimentos e no “relatório final da investigação preliminar sumária” da Controladoria-Geral da União (CGU).

*Com informações de TV Cultura

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