Obras da segunda fase do VLT geram impactos negativos no comércio e transtornos para os residentes locais

Os comércios e estabelecimentos empresariais afetados pelas obras da segunda fase do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Santos terão direito à isenção e remissão tributárias. Esses benefícios serão concedidos exclusivamente aos Microempreendedores Individuais (MEI), Microempresas (ME), Empresas de Pequeno Porte (EPP) e optantes pelo Simples Nacional.
O objetivo dessas medidas é ajudar os comércios cujas atividades foram impactadas pelas obras do VLT. Para se beneficiarem da isenção tributária, é necessário que essas empresas tenham suas inscrições mobiliárias cadastradas no sistema tributário do município.
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No entanto, não são apenas os comerciantes que estão enfrentando dificuldades devido às obras de extensão do VLT. Moradores da região também relatam transtornos causados pela situação.
Em entrevistas, alguns moradores expressaram sua insatisfação com a situação. Olga Almeida, residente local, afirmou: "Olha, muito complicado. Todos os moradores estão reclamando. É um caos".
Carlos Roberto, outro morador, compartilhou sua perspectiva: "Não tem prazo para acabar com isso... É um desgaste contínuo".
A segunda fase do VLT recebeu um investimento de mais de R$ 200 milhões por parte do governo estadual. O projeto inclui a construção de 14 estações ao longo de oito quilômetros, conectando a Linha 1 a partir da avenida Conselheiro Nébias até o centro da cidade de Santos.
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Ainda que os comerciantes afetados possam contar com benefícios fiscais, é importante destacar as dificuldades enfrentadas pelos moradores durante esse período de obras. A comunidade espera que as autoridades encontrem soluções para minimizar os transtornos e garantir uma conclusão adequada do projeto.