Aquário Municipal de Santos: referência no atendimento à fauna marinha

Costa Norte
Publicado em 18/06/2011, às 04h42 - Atualizado em 23/08/2020, às 13h14

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Eles chegam debilitados, feridos, muitas vezes depois de suportar viagens de mais de 100 km dentro de caixas, até chegar a Santos. São animais como tartarugas e aves marinhas - gaivotas, fragatas e atobás - recolhidos no mar ou na faixa de areia. Não demora muito para alguns se comportarem como bichos de estimação.

‘Chiquinha’, por exemplo, adora cosquinhas! Na quarentena, a tartaruga vira-se de costas para receber carinhos na barriga, bate as nadadeiras e espalha água para todos os lados. “Parece um cachorrinho”, comentam os tratadores e estagiários de biologia do Aquário Municipal de Santos, para onde os animais são levados por banhistas que se dispõem a pedir socorro à Polícia Ambiental, ao Ibama ou ao Corpo de Bombeiros para garantir-lhes atendimento. A simples brincadeira é medida de estimulação para o bem-estar do animal em cativeiro.

Números

Primeiro aquário público do Brasil e 2º parque em visitação no Estado - atrás apenas do Zoológico da capital – o equipamento conta com verdadeira força-tarefa para manter o plantel e atender os animais. De 1993 até este ano, recebeu cerca de 1.791 desses seres marinhos, entre os quais 449 pinguins, outras 316 aves e 230 tartarugas.

“Por ser referência no tratamento de animais e pioneiro no país na recuperação de pinguins, o Aquário de Santos norteou a criação do protocolo de atendimento em vigor em todo o território nacional”.

prefeito João Paulo Tavares Papa.

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