Indivíduo derrubou revólver no chão e, em seguida, tentou descartar a arma jogando-a no chão novamente

Um meliante deixou sua arma de fogo cair no chão, enquanto uma viatura da Guarda Civil Municipal (GCM) de Praia Grande, litoral de São Paulo, passava por ele. O fato ocorreu na quinta-feira (7).
O suspeito, acompanhado de dois outros colegas, colocou o revólver na cintura preso pela bermuda, que não suportou o peso da arma, ocasionando a queda do objeto. Uma idosa assistiu toda a ação, que aconteceu na rua Alcino Vicente Leal, bairro Vila Antártica.
Faça parte do nosso grupo no WhatsApp ➤ http://bit.ly/CNnoticiasdolitoral2E receba matérias exclusivas. Fique bem informado! 📲
Uma viatura da Guarda Civil Municipal adentrou na via dos fatos, logo depois do ocorrido, enquanto o meliante ainda estava andando tranquilamente. A testemunha fez sinal de parada para os agentes e explicou a situação, indicando o homem armado.
Os GCMs deslocaram-se de viatura até alcançar o suspeito, o grupo se separou assim que perceberam a aproximação dos agentes de segurança, sendo que dois envolvidos ficaram parados na calçada enquanto o suspeito armado adentrou em uma adega.
A equipe desceu do veículo e, ao entrar no estabelecimento, já partiram para a abordagem do meliante. O homem nada portava, mas os guardas observaram um objeto ser descartado discretamente no chão do local e, ao averiguar, constataram que se tratava de revólver calibre 22.
A numeração estava raspada e possuía sete munições intactas. Indagado a respeito do descarte do objeto, visivelmente ilegal, o homem se desesperou, alegou ser trabalhador, na profissão de encanador, e que a arma de fogo não era dele.
Os colegas afirmaram posteriormente que não conheciam o homem, que pouco tempo antes estava andando ao lado deles na rua.
A arma de fogo foi apreendida e o indivíduo preso em flagrante. Não foi arbitrada fiança em solo policial. A mãe do indiciado foi avisada sobre a prisão do filho, e compareceu ao DP para acompanhar a situação.
Informações especificas sobre o caso não foram divulgadas para preservar a integridade física e moral dos envolvidos, além de prevenir a intervenção nas investigações policiais.