PULOU A CERCA E CAIU

Empresário casado troca nude com menor de idade e vai parar na delegacia, em Praia Grande

Idoso e casado 'pulou a cerca' e caiu em uma cilada gigante, resultando em grave denúncia


Da redação
Publicado em 20/10/2021, às 15h15 - Atualizado às 18h56

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Idoso foi ameaçado por suposto policial civil após mandar fotos íntimas via whatsapp/Imagem Ilustrativa Idoso foi ameaçado por suposto policial civil após mandar fotos íntimas via whatsapp - Imagem de Free-Photos por Pixabay
Idoso foi ameaçado por suposto policial civil após mandar fotos íntimas via whatsapp/Imagem Ilustrativa Idoso foi ameaçado por suposto policial civil após mandar fotos íntimas via whatsapp - Imagem de Free-Photos por Pixabay


Um empresário casado, de 63 anos, trocou nudes com uma suposta menor de idade, e o caso tomou proporções inimagináveis, chegando até a Delegacia de Polícia de Praia Grande, litoral de São Paulo.

O idoso contou para as autoridades que na última semana adicionou uma mulher nas redes sociais. Ambos adotaram uma rotina de conversas via web, e logo trocaram os números, partindo para o WhatsApp.

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O perfil começou a enviar fotos nua e pediu o mesmo para o empresário: “Acreditando se tratar de uma mulher adulta, também encaminhou suas fotos íntimas e manteve conversas com a suposta mulher”, contaram as autoridades.

Porém, na segunda-feira (18), o homem recebeu ligações de números estranhos e, em uma delas, um indivíduo se identificou como policial civil de Santa Catarina, alegando que recebeu a denúncia de que uma adolescente estaria trocando fotos íntimas com o idoso.

“E que para evitar que a vítima seja presa preventivamente pelo registro não autorizado da intimidade sexual da suposta adolescente, solicitou para que a mesma o pagasse R$ 5.000,00, supostamente com o fim de financiar uma clínica psiquiátrica para a adolescente”, detalhou a Polícia Civil de Praia Grande.



O homem, casado e em desespero pela proporção tomada devido a ‘pulada de cerca’, procurou o auxilio jurídico de advogados e concluiu que se tratava de um golpe. Posteriormente, ele foi à Delegacia de Polícia de Praia Grande para elaborar um boletim de ocorrência.

No registro do B.O. foi utilizado a base do art. 171, caracterizado como estelionato. O caso segue em aberto, os números foram entregues para a Polícia Civil, junto com todas as fotos.

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