Segundo dados divulgados, cidade tem uma das menores taxas de letalidade do estado de São Paulo

A cidade de Ilhabela completou 37 dias sem registros de óbitos por covid-19. A última morte pela doença foi em 16 de março.
Segundo dados divulgados pelo Grupo de Vigilância Sanitária (GVE), a cidade tem uma das menores taxas de letalidade (0,5%) do estado de São Paulo. Além disso, Ilhabela é a cidade que mais realizou testagem na região: quase 25,1 mil pessoas, o que representa quase 70% da população.
Faça parte do nosso grupo no WhatsApp ➤ http://bit.ly/CNnoticiasdeultimahora2E receba matérias exclusivas. Fique bem informado! 📲
Segundo a prefeitura, medidas foram tomadas desde janeiro e surtiram efeito no combate à pandemia em Ilhabela, tanto que dos 5.878 casos positivos para covid-19 na cidade, 5.724 já se recuperam da doença.
Entre as medidas estão: a criação do Programa de Monitoramento Domiciliar e o controle de acesso à Ilhabela aos finais de semana.
O programa é composto por profissionais enfermeiros que analisam diariamente a situação dos pacientes suspeitos ou positivos para covid-19 com maior risco de agravamento da doença. Até hoje, foram atendidos 533 pacientes e realizadas 1.676 visitas domiciliares.
Além de a Secretaria de Saúde de Ilhabela realizar o isolamento dos suspeitos e seus contatos intradomiciliares, fazem também a testagem de todos que tiveram contato com casos confirmados.
Já o controle de acesso na entrada de Ilhabela que acontece aos finais de semana tem contribuído para a diminuição dos riscos de transmissão. De sexta a domingo, para entrar em Ilhabela, é exigido aos visitantes um teste negativo para covid-19 do tipo RT-PCR ou similar com no máximo 48 horas antes do embarque para a cidade.
Somente no último final de semana foram realizadas 1.128 abordagens, sendo que 823 apresentaram os exames com teste negativo para covid-19 e 206 apresentaram as carteiras que comprovaram que estão imunizados com a vacina. Porém, 99 visitantes foram obrigados a voltar às suas cidades de origem, pois não tinham comprovação nenhuma de exames ou de recebimento de vacinas.