Polícia Civil investigava o caso. Câmeras de segurança auxiliaram na identificação do homem, que foi preso nesta terça-feira (12). Ele confessou o crime

O homem suspeito de matar uma jovem carbonizada em Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, foi preso nesta terça-feira (12).
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Câmeras de segurança auxiliaram na identificação do homem e na investigação da Polícia Civil. Ele foi até a delegacia e confessou o crime, alegando que a vítima o chamou de uma gíria para estuprador e se recusou a ter relações sexuais.
A jovem é natural de Praia Grande (SP) e estava em Ilhabela atuando como garota de programa.
Ainda segundo a Polícia Civil, o suspeito responde em liberdade por um estupro de vulnerável. Ele chegou a ser preso pelo crime no ano passado. A versão do homem será investigada pela polícia.
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A vítima foi encontrada morta no bairro Perequê, no último sábado (9).
O corpo da jovem de 23 anos foi encontrado carbonizado e com um pano na boca após o seu quarto ter sido incendiado.
As câmeras de segurança flagraram um homem deixando a residência da vítima momentos antes do incêndio.
O corpo foi levado para o Instituto Médico Legal (IML) e passou por exames para definir a causa da morte.
Há a possibilidade de que a vítima tenha sido morta asfixiada e o suspeito incendiou a casa na sequência.