SEM NAVIO NA CIDADE

Efeito ômicron: escalas de cruzeiros são suspensas até 21 de janeiro em Ilhabela (SP)

Prefeitura informa que seguiu a decisão da Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos. Cinco escalas foram suspensas


Da redação
Publicado em 04/01/2022, às 15h47 - Atualizado às 16h23

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Cinco escalas foram suspensas em Ilhabela Efeito ômicron: escalas de cruzeiros são suspensas até 21 de janeiro em Ilhabela (SP) navio em ilhabela - Foto: Paulo Stefani
Cinco escalas foram suspensas em Ilhabela Efeito ômicron: escalas de cruzeiros são suspensas até 21 de janeiro em Ilhabela (SP) navio em ilhabela - Foto: Paulo Stefani


A prefeitura de Ilhabela, no Litoral Norte de São Paulo, informou na tarde desta terça-feira (4) que suspendeu as escalas de cruzeiros marítimos até 21 de janeiro.

A administração seguiu uma decisão da Clia Brasil (Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos). Até o dia 21 de janeiro, estavam previstas pelo menos cinco escalas de cruzeiros no arquipélago.

Segundo a entidade, a decisão está baseada nas incertezas de interpretação e aplicação dos protocolos operacionais previamente aprovados. A Clia informa que a suspensão tem efeito imediato para novas partidas e nenhum hóspede será embarcado até a data.



Durante a pausa, a associação informa ainda que trabalhará em nome das companhias de cruzeiros que operam no país, como MSC Cruzeiros e Costa Cruzeiros, para buscar alinhamento com as autoridades do governo federal, Anvisa, estados e municípios nos destinos operados em relação às interpretações e aplicações dos protocolos operacionais de saúde e segurança que haviam sido aprovados no início da atual temporada, no mês de novembro.

De acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela, o impacto econômico local, gerado pela suspensão das escalas de navios, é de aproximadamente R$ 7,5 milhões.

“A expectativa é que a temporada de navios possa ser estendida e que estas escalas suspensas ocorram em outras datas, mantendo como previsto as 34 escalas programadas na cidade”, diz a prefeitura.



Ainda segundo a administração todos os protocolos sanitários das embarcações são de responsabilidade da Anvisa e previa, entre outras regras, como a exigência que os tripulantes apresentem antes do embarque o passaporte de vacinação com duas doses, o teste RT-PCR negativo e o teste de antígeno.

Além disso, durante a viagem, parte dos passageiros e dos funcionários são testados diariamente para controle.

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