RETORNO AO MAR

Após um ano em reabilitação, tartaruga-verde é solta em Ilhabela (SP)

Instituto Argonauta e Fundação Projeto Tamar realizaram soltura da tartaruga marinha no arquipélago. Tartaruga-verde retornou à natureza após ficar mais de um ano em reabilitação

Da redação
Publicado em 09/07/2022, às 08h54 - Atualizado às 15h25

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Animal foi encontrado por um mergulhador na Praia do Sergio, no dia 15 de fevereiro de 2021, debilitado e com marcas de interação com embarcação (hélice de barco) na carapaça Após um ano em reabilitação, tartaruga-verde é solta em Ilhabela (SP) soltura tar - Foto: Instituto Argonauta
Animal foi encontrado por um mergulhador na Praia do Sergio, no dia 15 de fevereiro de 2021, debilitado e com marcas de interação com embarcação (hélice de barco) na carapaça Após um ano em reabilitação, tartaruga-verde é solta em Ilhabela (SP) soltura tar - Foto: Instituto Argonauta

Uma tartaruga marinha da espécie tartaruga-verde (chelonia mydas) foi devolvida ao seu habitat natural pelas equipes do Instituto Argonauta e da Fundação Projeto Tamar, em Ilhabela, Litoral Norte de São Paulo, na última quinta-feira (7).

A soltura aconteceu pela manhã com a presença de alguns moradores, da equipe do Instituto Argonauta e da Fundação Projeto Tamar, também do mergulhador que ajudou a salvar a tartaruga, além do prefeito de Ilhabela, Toninho Colucci.

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O animal foi encontrado por um mergulhador na Praia do Sergio, no dia 15 de fevereiro de 2021, debilitado e com marcas de interação com embarcação (hélice de barco) na carapaça.

A tartaruga-verde foi resgatada pela equipe de campo do Instituto Argonauta e encaminhada para reabilitação na Fundação Projeto Tamar em Ubatuba. As instituições são executoras do Projeto de Monitoramento de Praias da Bacia de Santos (PMP-BS).

Além das fraturas de carapaça, que demandam cuidados especiais para controlar a dor e infecções sistêmicas, o animal também possuía tumores distribuídos por todo corpo, inclusive nos olhos, que afetava sua visão.

O animal foi submetido a diversos procedimentos, inclusive cirúrgicos para retirada de tumores, respondendo bem aos tratamentos e recebendo alta médica para retorno ao mar, completamente recuperada e saudável.

A espécie durante muitos anos esteve na lista de animais ameaçados de extinção, mas graças a projetos que visam a proteção e conservação da biodiversidade marinha agora é considerada uma espécie em risco mais baixo, mas ainda dependente de muitas ações de conservação e conscientização da população para continuar fora da lista, devido principalmente a ameaças como as capturas incidentais em pescarias, a destruição de habitats e a poluição marinha.

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