Órgão orienta comerciantes e consumidores

Costa Norte
Publicado em 09/09/2011, às 15h04 - Atualizado em 23/08/2020, às 13h23

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Guarujá preparou uma série de atividades em homenagem aos 21 anos do CDC. A programação começou no último dia 1º, com visita de técnicos do órgão aos estabelecimentos comerciais da cidade. A ação foi acompanhada pela CDL local.

“É bom ressaltar que essa ação não é para multar ninguém. O Procon vem realizando um excelente trabalho, orientando consumidores e comerciantes sobre seus direitos e deveres”, disse o presidente da CDL, Olivan Belarmino.

 Para ele, após as visitas que o órgão iniciou no comércio da cidade, os lojistas estão cada vez mais conscientes e se adequando às exigências do CDC. Os comerciantes e consumidores também aprovaram a iniciativa.

Dúvidas

Marjorie Cristina Guerra, da loja Sal da Terra, aproveitou a oportunidade para sanar dúvidas, como prazo para troca, necessidade de preço nas vitrines internas e descontos de acordo com a forma de pagamento. “Tenho muito tempo em comércio, mas sempre paira dúvida, porque, às vezes, o cliente entra na loja com tanta razão, que, mesmo não estando, pensamos que ele está certo”, disse a comerciante, que está há mais de 20 anos no mercado.

Respaldo

Politicamente correta, com o Código de Defesa do Consumidor no caixa, os preços dos produtos expostos e a placa da lei estadual Antifumo em local visível, a gerente da ótica Golden Mix, Sandra Aparecida dos Santos, recebeu a visita dos técnicos do Procon com tranquilidade. “É bom ter respaldo. Às vezes, o cliente reclama de direitos que o lojista não tem conhecimento. Por isso, antes de abrirmos a loja, ligamos para o Procon para conhecermos as exigências”, revelou.

Direitos

Já a jovem Sheyenne Melany, de 18 anos, afirmou que não conhece seus direitos. Ela, assim como a maioria dos consumidores, só se preocupa com a questão quando se vê envolvida em alguma situação. “O meu avó já precisou do Procon, por causa de uma TV LCD que comprou.  Essa ação é muito importante, pois às vezes a gente perde muita coisa, por não saber dos nossos direitos”, frisou.

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