Obra de novo acesso ao porto começa este mês

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Publicado em 04/04/2014, às 13h54 - Atualizado em 23/08/2020, às 14h16

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Antonieta fala sobre a importância do acesso, na Intermodal South America

A prefeita Maria Antonieta de Brito assinou, na segunda-feira, 31, o convênio para a construção de novo acesso de ligação entre a rodovia Cônego Domênico Rangoni (Piaçaguera) e a avenida Santos Dumont. Segundo a administração pública, as obras começam ainda este mês e devem estar prontas em 90 dias, dependendo das condições climáticas. Pelo convênio, caberá às empresas portuárias, de maneira consorciada, executar o projeto e a obra do novo acesso em área das empresas Fassina e Dow Química. Após a conclusão das obras, a Codesp será a responsável pela manutenção da rede de drenagem, pavimentação e sinalização durante o funcionamento. Em palestra na 20ª edição da Intermodal South America, com o tema Desafios Estruturais dos Portos Brasileiros, na terça-feira, 1º, a prefeita Maria Antonieta de Brito informou que, atualmente, 105 mil caminhões passam por mês pela rua Idalino Pinez (conhecida como rua do Adubo). Ela garantiu que, com o novo acesso, será possível desafogar em cerca de 40% o número de veículos, principalmente os pesados, que circulam pela via. O acesso será construído exatamente no mesmo local onde futuramente haverá ligação com a fase dois da avenida perimetral do porto de Guarujá. A previsão de início da obra da segunda fase da perimetral é o 1º semestre do próximo ano. “A cada 24 horas, cinco são utilizadas em manobras com paradas de 15 minutos, sendo que a cada dois minutos parados é gerado 1 km de congestionamento”, disse Antonieta explicando a importância da construção do novo acesso e do Gabinete de Gestão de Crise instalado na cidade. Antonieta também debateu as alternativas para o acesso à região do porto de Guarujá; o projeto do túnel que ligará a cidade a Santos e seus impactos, além de demonstrar aos presentes as oportunidades de negócios que a cidade pode proporcionar com a instalação do aeroporto metropolitano e suas indústrias químicas, naval, náutica, de petróleo e gás. Com a área retroportuária de 4 milhões de m², Guarujá abriga 98% da indústria náutica de esporte e recreio da região e possui oito terminais portuários e 16 retroportuários. "O aeroporto é um sonho de mais de 30 anos da nossa cidade e a área retroportuária é o nosso potencial de desenvolvimento que vai dar um grande avanço na economia não só de Guarujá, mas da região e do país. Para isso, planejamos estrategicamente a cidade com visão de futuro para os próximos 30 anos, para que não haja descontinuidade do desenvolvimento”, disse a prefeita.

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