Aeroporto Metropolitano de Guarujá já existe e opera há mais de 100 anos para fins militares, agora receberá voos comerciais

Em um dos últimos atos do governo Bolsonaro, o Ministério da Infraestrutura do Governo Federal empenhou uma verba de R$ 17,289 milhões destinada às obras que possibilitam receber voos comerciais no Aeroporto Metropolitano de Guarujá no litoral de São Paulo.
Conquistada pela deputada federal Rosana Valle (PL), junto à bancada paulista dos deputados federais, a verba foi comemorada pela parlamentar que também contou com apoio do então ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), hoje governador eleito do Estado de São Paulo.
"Com o empenho, os recursos estarão disponíveis no orçamento para que a prefeitura de Guarujá, já em 2023, sob a supervisão da Infraero, faça as obras necessárias para que o aeroporto receba voos comerciais", comemorou a deputada.

O aeroporto fica mais perto de ser viabilizado também com a autorização da Companhia de Tecnologia e Saneamento Ambiental (Cetesb), do Governo do Estado de São Paulo, que finalmente liberou as obras de preparação da infraestrutura após insistentes pedidos de Rosana Valle.
A Cetesb aceitou a passagem de fauna natural que já existia e foi considerada suficiente para eventual utilização pelos animais. O aeroporto já existe e opera há mais de 100 anos para fins militares.
“Não vejo a hora de começar logo estas obras e entregar o tão sonhado aeroporto. A região não aguenta mais esperar”, afirmou a deputada.
A prefeitura de Guarujá, que deu uma contrapartida de R$ 7 milhões, já recebeu o documento da Cetesb dando o sinal verde e que pede a averbação de compromisso de preservação, na escritura, do terreno oferecido como contrapartida à supressão de flora necessária à operação da pista.
Caberá à prefeitura abrir as licitações para as obras. A expectativa é de que no segundo semestre de 2023 comecem a operar os primeiros voos civis no Aeroporto Metropolitano de Guarujá.