FAB ampliará área do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá


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Publicado em 06/03/2015, às 17h40 - Atualizado em 24/08/2020, às 01h42

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Antonieta foi recebida no gabinete do ministro Eliseu Padilha, em Brasília

A prefeita de Guarujá Maria Antonieta de Brito e Dario Lima, diretor de Assuntos Aeroportuários da prefeitura, entregaram na terça-feira, 3, em Brasília, ao ministro da Secretaria da Aviação Civil (SAC) Eliseu Padilha, a última versão dos estudos de viabilidade econômico, financeiro e ambiental para a implantação do Aeroporto Civil Metropolitano de Guarujá. A prefeita anunciou novidades: “Nós vamos poder contar com recursos a fundo perdido para incrementar e tornar mais atrativo o aeroporto. Além disso, recebemos a boa noticia que a Força Aérea Brasileira (FAB) está ampliando a área que havia sido outorgada. Teremos uma área de 1,530 mil m², cinco vezes mais do que já tínhamos, contemplando, assim, as compensações ambientais que precisam ser feitas. Antes, a área que teríamos era de 275 mil m²”. Para entregar toda a documentação necessária, a administração municipal teve de responder a todos os questionamentos feitos no decorrer do ano. Dario Lima explicou: “Entregamos os documentos ao ministro Eliseu Padilha. Agora vamos aguardar a resposta, a anuência, para tratarmos as outras questões. Uma delas é a ambiental, pois o nosso aeroporto está dentro de um pacote de outros 270 do país, e vai fazer parte de um novo regramento, de um entendimento, de necessidade de se simplificar esse licenciamento ambiental”.

Ministro dos Portos promete estacionamento rotativo para 500 caminhões

Também em Brasília, a prefeita Maria Antonieta de Brito ouviu a promessa do ministro dos Portos Edinho Araújo de que Guarujá terá um estacionamento rotativo para 500 caminhões, com vistas a evitar os impactos no trânsito no distrito de Vicente de Carvalho, principalmente na época de safra de grãos, devido o excesso de veículos que se dirigem ao porto. O estacionamento deverá ocupar o terreno ao lado do novo acesso ao porto, junto à rodovia Cônego Domênico Rangoni, que pertence ao grupo Fassina e à Dow Química, atualmente alugado por R$ 70 mil por mês e pago pela Companhia Docas. Para detalhar a operação e a obra, uma reunião deverá ser marcada entre técnicos da prefeitura, da Codesp e da Secretaria de Portos em data a ser definida. Outro ponto discutido na reunião foi a renovação do contrato de arrendamento portuário da Santos Brasil, que aguarda avaliação da Secretaria Especial de Portos (SEP). A prefeita defendeu também a criação de uma hidrovia de transporte de cargas para ajudar no desenvolvimento do Centro Industrial e Naval (Cing). Na reunião foi reivindicada, ainda, a fase dois da avenida Perimetral, cujo projeto executivo está sendo concluído, mas que ainda tem algumas ponderações da Ecovias e da Artesp, o que pode atrasar o calendário. A preocupação da administração municipal é que sejam aportados os recursos para a execução da obra.



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