TA VINDO AÍ

Deputada exige rapidez do estado na liberação das obras do aeroporto de Guarujá

Cetesb fez uma vistoria, constatou a presença de algumas capivaras, e exigiu da prefeitura a construção de uma “passagem de fauna”


Da redação
Publicado em 13/10/2022, às 14h56 - Atualizado às 16h15

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Aeródromo poderá receber voos comerciais regulares após homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Após obras, Aeroporto de Guarujá poderá receber voos comerciais Avião de pequeno porte taxiando no Aeroporto de Guarujá - Prefeitura de Guarujá
Aeródromo poderá receber voos comerciais regulares após homologação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) Após obras, Aeroporto de Guarujá poderá receber voos comerciais Avião de pequeno porte taxiando no Aeroporto de Guarujá - Prefeitura de Guarujá


A deputada federal Rosana Valle (PL) quer rapidez na tramitação burocrática para a autorização das obras que permitirão o funcionamento do Aeroporto Metropolitano de Guarujá.

A deputada conseguiu R$ 14,5 milhões em recursos federais para o aeroporto entrar logo em operação, mas exigências da Cetesb têm retardado o início dos trabalhos.

“O dinheiro para as obras e a autorização para o aeroporto funcionar, que em tese seriam mais difíceis, já conseguimos”, disse a parlamentar ao pedir mais agilidade nas tratativas entre a Cetesb e a prefeitura de Guarujá.



A Secretaria de Aviação Civil, subordinada ao Ministério da Infraestrutura, já deu autorização para o aeroporto passar a receber voos comerciais, o que viria a suprir uma histórica deficiência logística na Baixada Santista.

Depois de ter aprovado a instalação dos terminais de embarque e desembarque e de uma cerca no entorno da pista, a Cetesb fez uma vistoria, constatou a presença de algumas capivaras, e exigiu da prefeitura a construção de uma “passagem de fauna”, que consiste em dutos sob a pista para a eventual locomoção dos animais. O aeroporto militar já existe há um século no local.

A prefeitura de Guarujá informou que protocolou esta semana uma contestação à exigência da Cetesb, informando que já existe uma passagem de fauna no local e que seria inviável a construção de outra nos moldes sugeridos pela empresa estatal de meio ambiente. O próximo passo, agora, seria a Cetesb responder este ofício.



“É justamente sobre esta demora burocrática entre governo do estado e prefeitura, que reclamo e peço mais rapidez. As necessidades da população regional e da vibrante economia da Baixada Santista, que tem o maior porto da América do Sul e intenso movimento turístico, não podem esperar tanta burocracia”, afirmou Rosana Valle, lembrando que, às vezes, basta um funcionário tirar férias para ser preciso esperar mais um mês.

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