Conceito de Porto Ágil é modelo para o Brasil

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Publicado em 20/09/2013, às 19h51 - Atualizado em 23/08/2020, às 14h07

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Ação foi ressaltada em encontro com Abílio Braga, presidente do MBC, em Santos

O conceito de Porto Ágil, apresentado em abril deste ano pela prefeita de Guarujá Maria Antonieta de Brito, serviu de modelo para o Conselho de Competitividade do governo federal elaborar o projeto Portos Eficientes. A ação foi ressaltada durante encontro com Abílio Braga, presidente do Movimento Brasil Competitivo (MBC), realizado na sede do Sindicato das Agências de Navegação Marítima (Sindamar), em Santos, na tarde de segunda-feira (16). Um grupo de empresários do comércio, indústrias e serviços ligados ao porto, liderado pelo diretor de relações institucionais da empresa Santos Brasil, Ronaldo Forte, recepcionou a prefeita e o presidente do MBC para a apresentação do escopo do projeto Portos Eficientes. “O comércio exterior representa 60% da vida da Baixada Santista e apresentamos a melhoria da gestão portuária. A prefeita Antonieta é um exemplo vivo e pode dar seu testemunho, tanto na redução de custos na máquina pública quanto nesta questão do porto”, disse Ronaldo Forte. O presidente do MBC falou sobre o Programa de Modernização da Gestão Pública (PMGP), que trabalha com os conceitos de assessoria, reuniões de acompanhamento e governança, com o objetivo de melhorar as práticas, garantindo a redução dos custos na gestão pública e a melhoria do atendimento à população. Ele apontou que o Movimento é mantido pelas empresas associadas e mantenedoras e, entre os números apresentados, destacou que, com R$ 73,7 milhões em investimentos, foi possível obter R$ 14,5 bilhões em resultados em diversas unidades de gestão pública do país.

Parceria Guarujá celebrou parceria com o MBC em 2009, antes mesmo do governo federal. Durante sua explanação, a prefeita relatou o histórico da parceria da prefeitura com o MBC e a implantação do programa Fazendo Mais com Menos que, somente no primeiro ano de realização, conseguiu superar a meta de reduzir gastos no total de R$ 10 milhões dos cofres públicos e obteve a marca de quase R$ 30 milhões de economicidade.

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