FELIZ DA VIDA

Menino que vendia aviões de papel para comprar celular ganha aparelho de advogado de Cubatão (SP)

Advogado da cidade soube da história da criança pelas redes sociais e, comovido, a presenteou com o desejado aparelho celular


Da redação
Publicado em 20/03/2021, às 10h33 - Atualizado às 10h48

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Advogado da cidade se comoveu com a história e enviou aparelho para o menino dos aviões Menino dos aviões de papel - Imagem: Reprodução Web e Acervo Áureo Tupinambá
Advogado da cidade se comoveu com a história e enviou aparelho para o menino dos aviões Menino dos aviões de papel - Imagem: Reprodução Web e Acervo Áureo Tupinambá


O menino Arthur, de sete anos, que resolveu vender aviõezinhos de papel para comprar um celular,  ganhou seu tão sonhado aparelho nesta sexta-feira (19). O advogado Áureo Tupinambá, de 37 anos, soube da história pelas redes sociais  e, comovido, resolveu comprar um celular para o menino. “Fiquei muito feliz por ajudar, ele não esperava o celular, esperava que alguém fosse ajudá-lo a comprar. Como estou de quarentena, pedi para alguém entregar para ele”, relatou o advogado, que possui um escritório em Cubatão, na Baixada Santista.  

Arthur, que vive no bairro Sítio Novo, também em Cubatão, fez ele mesmo os aviões de papel e saiu escondido da mãe para vendê-los numa praça da cidade. A foto do menino, com seus produtos ao seu lado, provocou diversas reações nas redes sociais e fora delas.

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lguns se comoveram, outros disseram que, aos sete anos, o menino nem deveria estar trabalhando ou preocupado em ter um aparelho celular e sim com estudar e brincar. Na rua, os amiguinhos do menino, segundo sua mãe, disseram que ele era doido por achar que alguém compraria os aviões. 

Na ocasião, a mãe do menino, que não sabia de sua peripécia, também se emocionou e resolveu comprar todos os aviões do filho por R $15,00. O próprio menino notou que a quantidade era insuficiente para um celular, porém a mãe, desempregada, não possui recursos para comprar o celular para o filho e também não permitiu mais que o menino fosse vender os aviões na praça da cidade.  

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