FASE EMERGENCIAL

Bertioga (SP): Comerciantes pedem a reabertura do comércio e juntam mais de 600 pessoas no WhatsApp

"A gente teme duas situações, a doença e a crise econômica que, afetada com o desemprego da forma que pode acontecer é assustadora", destaca Marcus Longo, dono da JeM Eletro


Da redação
Publicado em 16/03/2021, às 14h34 - Atualizado às 15h10

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Divulgação/Prefeitura de Bertioga
Divulgação/Prefeitura de Bertioga


Comerciantes de Bertioga se organizaram nesta terça-feira (16), para pedir por reabertura do comércio ou até um sistema de take-away em restaurantes da região. De acordo com um dos representantes do grupo, Marcus Longo, dono da J&M Eletro, cerca de 600 pessoas estão envolvidas nas reivindicações.

Ontem (15) houve uma reunião interna, com um grupo de seis pessoas representando o comércio e restaurantes; "estamos querendo colocar tudo em prática e levar ao prefeito Caio Matheus na pauta de hoje (17), quando teremos uma reunião com ele", destacou Marcus Longo. 

Para o empresário, "a tendência é não existir retomada econômica se nada for feito". Em geral, os comerciantes querem pedir ao prefeito para que libere a reabertura do comércio, onde, de acordo com os representantes, há todos os protocolos de saúde.



"É muito simples o Governo chegar e dizer que não pode atender ninguém na loja, porém, as lojas são grandes, temos como atender duas pessoas por vez, com uso de máscara e todos procedimentos de saúde [...] A gente teme duas situações, a doença e a crise econômica que, afetada com o desemprego da forma que pode acontecer é assustadora", disse o empresário.

Sistema de delivery



Os comerciantes acreditam que, a cidade não tem motoboy suficiente para fazer delivery e que isso não está dando certo, pois, a cidade tem muitos segmentos diferentes. "A gente quer mostrar ao Governo que Bertioga tem dois caminhos. Caio Matheus (prefeito de Bertioga) pode deixar a cidade em uma situação muito boa ou muito díficil", ressaltou Marcus Longo.

"É importante frisar que, o prefeito Caio Matheus, assim que ficou sabendo do grupo se prontificou a falar com a gente. Chegamos a pensar em fazer uma passeata, mas até o momento, não houve essa necessidade [...] pelo que eu percebo, o prefeito vai dar apoio para a nossa categoria", finalizou o empresário e um dos representantes do movimento.



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