Possível assassino de PM em Bertioga morre em confronto com a polícia

Homem conhecido como Zóio apresentava-se como sendo líder de facção criminosa e era alvo de investigações na delegacia da cidade

Da Redação
Publicado em 09/03/2020, às 08h56 - Atualizado em 23/08/2020, às 22h12

Equipe do Baep em operação no bairro Vista Linda - Reprodução/Internet


Um dos possíveis responsáveis pelo assassinato do soldado PM Gledson Silva Gusmão , 39 anos, na madrugada de domingo, 8, foi morto no início da noite, por voltada das 20h, na rua aprovada 619, no bairro Vista Linda, em Bertioga, após trocar tiros com policiais do Batalhão de Ações Especiais da Polícia Militar (Baep). Willian de Souza Gonçalo, de 32, anos, conhecido como Zóio, apresentava-se no bairro como sendo um dos líderes de uma facção criminosa da capital.

De acordo com o boletim de ocorrência, registrado na delegacia de Bertioga, policiais do Baep realizavam patrulhamento pela área, quando receberam a informação que os prováveis autores do crime contra o soldado Gledson, estariam em uma residência na rua Dez. Eles se dirigiram para o local, quando um homem pulou a janela de uma das casas e efetua disparos na direção da equipe. Houve revide e o suspeito só parou quando foi atingido. Foi chamado o Samu, mas ele morreu no hospital.

O delegado titular da delegacia de Bertioga, José Aparecido Cardia, confirmou que o suspeito morto tinha íntima ligação com o crime organizado. "Ele falava em nome da facção e apresentava-se como sendo chefe; era alvo de várias investigações pela delegacia de Bertioga". 



As armas, tanto a apreendida com o suspeito, quanto as dos três policiais presentes na operação, foram apreendidas e enviadas para a perícia. 

Assassinato policial

O s oldado PM Gledson Silva Gusmão foi assassinado em um baile funk . Dois homens o abordaram e o levaram para uma área deserta, próxima a um mangue.  O corpo foi encontrado por equipes da Polícia Militar, com marcas de dois tiros, várias pauladas e marcas de facadas na cabeça. A pistola, calibre 40 e 15 munições, que estava com o PM, foi roubada pelos autores do assassinato.



O PM era do Guarujá, mas, morava na cidade de Bertioga e trabalhava na capital paulista, no 22ºBPMM.