Operação Delegada fiscaliza comércio irregular em São Vicente

Iniciativa teve início no dia 1º de julho com ações de orientação

Da Redação
Publicado em 11/07/2020, às 10h12 - Atualizado em 24/08/2020, às 00h07

- Divulgação


A Operação Delegada teve início no dia 1º de julho em São Vicente com foco na fiscalização do comércio irregular. Promovida a partir de parceria entre a prefeitura, por meio da Secretaria do Comércio, Indústria e Negócios Portuários (Secinp), com a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP), a ação mobilizou fiscais do município e quatro policiais militares.

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Durante todo o dia, as equipes percorreram as ruas do Centro, abordando ambulantes em situação irregular. Todos foram orientados a deixar o local onde se encontravam. No final, a operação foi considerada positiva, por ter cumprido a meta de orientar quem está atuando de forma irregular.



“A proposta não é punir ou apreender mercadorias, mas sim orientar sobre a irregularidade praticada. Os policiais militares dão apoio à ação, agindo apenas no caso de algum dos ambulantes abordados não atender à solicitação para a retirada de seus objetos do local”, explicou o responsável pela Secinp, secretário Paulo Roberto Bonavides.

Segurança – Além da fiscalização do comércio ambulante irregular, a Operação Delegada encerrou seu primeiro dia de atividade com o apoio à segurança pública. Neste caso, após solicitação do proprietário, os policiais resgataram uma bicicleta que havia sido furtada. O infrator foi detido.

A participação efetiva dos policiais vem ao encontro das solicitações feitas pela Associação Comercial, Industrial e Empresarial de São Vicente (Aciesv), que encaminhou ofício ao Ministério Público, pedindo a presença da Polícia Militar nas ações que visam garantir segurança e tranquilidade para os profissionais  que atuam no comércio vicentino.



Divulgação – Complementando o trabalho das equipes de fiscalização, faixas informativas foram afixadas por ruas e avenidas da cidade, conscientizando os munícipes sobre a operação e, principalmente, sobre a importância de não se comprar produtos que não tenham selo de garantia e qualidade e das mãos de quem não tem como confirmar a origem do produto vendido.