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Homem morto no Guarujá era líder do PCC e suspeito de atacar base da PM Ambiental

Indivíduo conhecido como Sagat foi baleado durante confronto com o Baep em manguezal na região de Santa Cruz dos Navegantes

Redação
Publicado em 01/10/2026, às 18h38

Homem era conhecido como Sagat - Reprodução


Uma operação tática do 2º Batalhão de Ações Especiais de Polícia (2º Baep) resultou na morte de Gabriel Ribeiro da Silva dos Santos, de 27 anos, conhecido como Sagat, no Guarujá. Ele era apontado pelas autoridades policiais como chefe territorial do Primeiro Comando da Capital (PCC) nos bairros Santa Rosa, Jardim Santo Antônio e Santa Cruz dos Navegantes.

A ação ocorreu na noite de terça-feira (29), por volta das 23h30, na região de Santa Cruz dos Navegantes, e também culminou na captura de dois foragidos da Justiça, de 23 e 37 anos, que foram presos em flagrante por associação criminosa.

O cerco policial mobilizou estratégias terrestre, aérea e náutica. Ao perceberem a chegada da Polícia Militar, os suspeitos tentaram fugir por uma área de manguezal. A movimentação foi monitorada por drones com sensores térmicos, enquanto os criminosos foram interceptados na água com o apoio da lancha blindada Kraken, da Força Tática do Baep.



Segundo o boletim de ocorrência ao qual o Costa Norte teve acesso, durante a abordagem no mangue, Sagat atirou contra os policiais; houve revide e ele foi atingido. O Samu foi acionado, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. Os outros dois comparsas se renderam e foram presos. A arma apreendida com o líder havia sido roubada anteriormente de uma delegada de polícia.

Ligação com ataque a base militar

Sagat era considerado um alvo prioritário das forças de segurança na Baixada Santista e costumava ostentar armamentos de grosso calibre em redes sociais.

As investigações apontam que ele era o principal suspeito de liderar o ataque a tiros contra a fachada e o alojamento da sede da 1ª Companhia do 3º Batalhão de Polícia Militar Ambiental, no dia 13 de agosto, no bairro Santa Rosa.



As armas apreendidas com o grupo durante a ação no manguezal foram encaminhadas ao Instituto de Criminalística (IC) para testes balísticos e confronto com as cápsulas recolhidas no local do atentado contra a base militar. O inquérito policial segue em andamento para aprofundar as investigações sobre a atuação do bando na região.

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