Cerca de 20 postos são cassados e têm bombas lacradas no litoral de SP

Ao menos 20 postos de combustíveis da Baixada Santista foram alvos da operação, desdobramento da Carbono Oculto e Bomba Oculta

Redação
Publicado em 17/09/2026, às 21h00

Bombas de postos foram lacradas durante operação contra estabelecimentos sem autorização - Divulgação/GovSP


Cerca de 20 postos de combustíveis da Baixada Santista tiveram as inscrições estaduais cassadas e as bombas lacradas, durante a operação Bomba Lacrada, deflagrada nesta quinta-feira (17). A informação foi confirmada pela Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) à reportagem do portal Costa Norte.

Os estabelecimentos do litoral de São Paulo estão entre os 135 postos atingidos pela operação na Baixada Santista e na Região Metropolitana de São Paulo. A Sefaz-SP, no entanto, não divulgou em quais cidades da Baixada Santista ficam os cerca de 20 postos fiscalizados, nem informou os nomes nem endereços dos estabelecimentos.

Segundo a secretaria, todos os postos incluídos na operação haviam perdido a autorização de funcionamento concedida pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), mas continuavam em atividade. As equipes também lacraram as bombas para impedir a continuidade da comercialização irregular de combustíveis.



O que ocorre com os postos cassados?

Com a cassação da inscrição estadual, os estabelecimentos ficam impedidos de emitir documentos fiscais e adquirir combustíveis das distribuidoras. Para retomar as atividades, precisarão regularizar a situação perante a ANP e a Sefaz-SP. Nos casos em que as bombas foram lacradas, a retirada da medida também depende da regularização junto aos órgãos responsáveis.

Desdobramentos

A Operação Bomba Lacrada é um desdobramento das operações Carbono Oculto e Bomba Oculta, segundo a Secretaria da Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo (Sefaz-SP). A nova etapa ocorre a partir dos resultados das apurações anteriores e da revogação das autorizações de funcionamento dos estabelecimentos alcançados pela fiscalização. Mesmo sem autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), os postos continuavam em atividade, conforme a secretaria. 

A operação mobilizou 72 auditores fiscais da Receita Estadual, inclusive servidores da Delegacia Tributária de Santos. A Polícia Civil também participou da ação, com equipes do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC), Deinter Santos e Demacro.



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