Cão farejador da Receita Federal ajudou a confirmar a existência de cocaína em contêineres; apreensão é a maior do ano
Estéfani Braz
Publicado em 03/07/2024, às 17h53 - Atualizado às 18h57
Uma ação da Receita Federal impediu o envio de mais de 880 quilos de cocaína pelo porto de Santos, na Baixada Santista, para a República da Guiné, na quarta-feira (2). A carga estava escondida em um carregamento de açúcar.
Segundo a Receita Federal, esta é a maior apreensão realizada neste ano. A interceptação ocorreu durante a execução de trabalhos de rotina de vigilância e repressão aduaneira realizados por equipes da alfândega de Santos.
Foram localizados 882 quilos de cocaína escondidos em 677 toneladas de açúcar. A carga, acondicionada em 25 contêineres, tinha como destino a Guiné, na África Ocidental, com passagem pelo porto de Antuérpia, na Bélgica.
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A droga foi colocada em 20 sacas de ráfia, um tipo de lona feita em polietileno, em um dos contêineres, com o objetivo de dificultar o trabalho de fiscalização. Com a confirmação da contaminação, a Polícia Federal foi acionada e vai investigar o caso.
De acordo com a Receita Federal, os critérios utilizados são de gerenciamento e análise de risco. A inspeção não invasiva é realizada por imagens de escâner. O trabalho, segundo o órgão, busca agilizar as operações do comércio exterior e coibir a prática de ilícitos aduaneiros no complexo portuário santista. Outra ferramenta importante é a participação de cães farejadores da Receita Federal. Durante a operação, o cão farejador da alfândega de Santos sinalizou positivamente para a presença de drogas.
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