Vereadores de Caraguatatuba votam isenção da taxa do lixo nesta sexta (12)

Proposta alega que há falta de comprovação técnica de que os valores arrecadados correspondem ao custo real do serviço de coleta

Rodrigo Florentino
Publicado em 12/06/2026, às 10h54

Prefeitura explica que a cobrança foi iniciada para cumprir legislação federal - Gianni D’Ângelo/PMC


A Câmara de Caraguatatuba, litoral de SP, votará nesta sexta-feira (12) um projeto de lei complementar que propõe a isenção integral da Taxa de Manejo de Resíduos Sólidos Urbanos (TMRSU), mais conhecida como taxa do lixo.

A votação deve começar a partir das 19h. A proposta é de autoria da vereadora Gislaine de Oliveira (Drª. Lalá), do PSD. Segundo o texto, o motivo seria a falta de comprovação técnica de que os valores arrecadados correspondem ao custo real do serviço de coleta e manejo de resíduos sólidos.

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A proposta também define novas diretrizes para a cobrança, como uma Taxa de Preservação Ambiental para atender às exigências do Marco Legal do Saneamento Básico, e a divulgação de contratos, custos operacionais, volume de resíduos coletados e da memória de cálculo utilizada na definição da tarifa.

Em nota publicada no site oficial, a prefeitura de Caraguatatuba alega que a cidade começou a cobrar a tarifa para cumprir a legislação federal, que determina aos municípios a garantia da sustentabilidade econômico-financeira dos serviços de coleta, transporte, tratamento e destinação final de resíduos sólidos urbanos.

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A legislação à qual a administração se refere é a Lei Federal nº 11.445/2007, atualizada pela Lei nº 14.026/2020, que instituiu o Novo Marco Legal do Saneamento Básico.

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