Operação Macuco, da Promotoria de Itapira, mira em tráfico de drogas e prende 20

.A 2ª Promotoria de Justiça de Itapira, por meio do promotor de Justiça Rodrigo Lopes, deflagrou, em conjunto com ...

Da Redação
Publicado em 21/08/2020, às 09h21 - Atualizado em 24/08/2020, às 00h51

- Divulgação / MP


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A 2ª Promotoria de Justiça de Itapira, por meio do promotor de Justiça Rodrigo Lopes, deflagrou, em conjunto com a Polícia Militar, a Operação Macuco, dando cumprimento de mandados de prisão e busca e apreensão nas cidades de Itapira, Campinas, Paulínia, Monte Mor, Hortolândia, Santa Bárbara D’Oeste, Pinhalzinho e Bragança Paulista. Os trabalhos foram realizados em parceria com o Comando de Policiamento do Interior 2, com apoio do 1º, 10º e 11º BAEP.Participaram da operação 16 promotores de Justiça e cerca de 200 policiais militares. A operação foi deflagrada para cumprimento de 21 mandados de prisão e 25 de busca e apreensão. Foram cumpridos 17 mandados de prisão e realizadas outras três prisões em flagrante. Um dos investigados resistiu à prisão, efetuando tiros contra os policiais, sendo alvejado e vindo a óbito. As diligências prosseguem para a captura dos três indivíduos foragidos.Houve apreensão de diversos materiais relacionados à organização criminosa investigada, além de drogas, armas de fogo, aparelhos de telefone celular e cerca de R$ 31 mil em dinheiro.As investigações, iniciadas em fevereiro deste ano após o latrocínio de um guarda municipal em Itapira, revelaram que a maioria dos investigados ocupava funções de liderança regional na facção criminosa e em esquemas para tráfico de drogas na região.Ainda no decorrer do monitoramento e das investigações, foi possível a prisão em flagrante de outras 15 pessoas pelos crimes de tráfico de drogas, porte de arma e receptação, sendo apreendidos mais de 20 quilos de entorpecentes, cinco armas de fogo, dezenas de munições, dinheiro, veículos e materiais utilizados no tráfico de drogas. Ademais, dois cadáveres de vítimas de “tribunais do crime” foram localizados. Eles tinham sido enterrados em cemitérios clandestinos utilizados pela facção criminosa.O Ministério Público tem 30 dias para encerrar as investigações, ouvindo os envolvidos e examinando os materiais apreendidos (documentos e equipamentos eletrônicos), para apresentar as denúncias perante a Justiça Pública.Os investigados podem responder por crimes de organização criminosa, tráfico de drogas, associação para o tráfico, homicídio e ocultação de cadáver.A operação recebeu o nome de Macuco, primeiro nome do povoado que posteriormente se tornaria a cidade de Itapira.

Fonte: MPSP