Operação Mercador da Morte objetiva apurar irregularidades relacionadas a contratações e compras públicas emergenciais
Da Redação
Publicado em 05/08/2020, às 08h50 - Atualizado em 24/08/2020, às 08h29
Nesta quarta-feira, 5, o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) deflagrou a Operação Mercador da Morte com o objetivo de apurar irregularidades relacionadas a contratações e compras públicas emergenciais realizadas pela prefeitura de Mogi das Cruzes para o enfrentamento à pandemia da covid-19.
Foram cumpridos 16 mandados de busca com o apoio da Polícia Militar de São Paulo e do Ministério Público do Tribunal de Contas. A análise dos contratos celebrados pelo município e os apontamentos do Ministério Público do Tribunal de Contas indicam que as dispensas de licitação para a contratação de empresa para a construção de jazigos (Dispensa nº 12/2020) e para o fornecimento de álcool em gel (Dispensa nº 13/2020) apresentam indícios de irregularidade, direcionamento e sobrepreço.
A prefeitura gastou R$ 1.223.021,59 para construção de 600 jazigos e R$ 97.050,00 para a compra de 540 unidades de álcool em gel de 5 litros.
Fonte: MPSP