Pato ou marreco? Entenda a diferença e saiba como criá-los como pet

Aves possuem características distintas de peso e agilidade; apresentador do quadro 'É Pet' explica os cuidados diários com espaço, alimentação e higiene

Redação
Publicado em 03/06/2026, às 15h06

Marreco pompom está entre os destaques - Pexels/Jolanta Krawczyk


Muitas pessoas confundem patos com marrecos, acreditando tratar-se do mesmo animal. No entanto, as aves apresentam diferenças anatômicas e comportamentais importantes. Para quem busca um animal de estimação diferente, compreender essas características é o primeiro passo antes de adotar.

O pato doméstico convive com o ser humano há milhares de anos. A ave atinge até 4kg, a depender da espécie, e possui forte presença na criação voltada à oferta de carne, ovos e como animal ornamental.

No Brasil, o termo marreco define aves menores, mais leves e ágeis que os patos. O país abriga espécies nativas, como o irerê, a cabocla e o ananaí, que marcam presença em diversas regiões brasileiras.



Animal de estimação

A adoção dessas aves aquáticas como pet é totalmente viável. No ambiente doméstico, a criação de marrecos exóticos, originários da América do Norte, da Europa e da Ásia, desponta como a prática mais comum. Espécies como o mallard, carolina, mandarim e o famoso marreco pompom ganham destaque nos lares.

Eles são considerados de fácil convívio, mas exigem estrutura adequada. A rotina demanda espaço para locomoção, acesso constante à água limpa para banho e nado, além de um abrigo seguro. A dieta ideal requer ração específica para aves aquáticas e porções de verduras frescas.

Penas impermeáveis

Um detalhe da biologia dessas aves chama a atenção e garante a proteção diária na água. O apresentador do quadro 'É Pet', da TV Cultura Litoral, Danilo Sato, detalha o processo engenhoso de higienização do animal.



As penas dessas aves são impermeáveis porque possuem uma glândula próxima da cauda, onde passam o bico e espalham um certo óleo durante a limpeza", explica.

Esse mecanismo biológico facilita o mergulho contínuo da ave e atua como um escudo, o que faz a água escorrer literalmente pelas penas quando o animal fica submerso.

*Com informações do quadro 'É Pet?', da TV Cultura Litoral.

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