Mãe gambá é flagrada carregando filhotes nas costas em Cubatão

Registro no píer do Jardim Casqueiro mostra um comportamento natural dos marsupiais e chama a atenção pela dedicação da mãe aos filhotes

Rhauanny Queiroz
Publicado em 02/08/2026, às 12h43

Após deixarem o marsúpio, filhotes passam a ser transportados nas costas da mãe ficarem independentes - Reprodução Instagram/@cubataonews


Uma visitante especial chamou a atenção de quem passava pelo píer do Jardim Casqueiro, em Cubatão, litoral de São Paulo. Uma mamãe gambá foi flagrada carregando os filhotes nas costas, comportamento característico da espécie que costuma despertar curiosidade de quem presencia a cena.

Embora o registro tenha encantado moradores e visitantes, transportar os filhotes dessa forma faz parte do desenvolvimento dos gambás. Eles são mamíferos marsupiais, grupo que também inclui cangurus e coalas.

Após um curto período de gestação, os filhotes completam parte do desenvolvimento no marsúpio, a bolsa localizada no ventre da mãe. Quando crescem, passam a acompanhar a fêmea agarrados às suas costas até conquistarem independência. 



Gambás são importantes para o meio ambiente

O termo ‘gambá' é utilizado para diferentes espécies da família Didelphidae. Esses animais apresentam hábitos predominantemente noturnos, podem viver tanto em árvores quanto no solo e têm alimentação variada, consumindo frutos, ovos, insetos e pequenos animais. 

Essa dieta faz dos gambás importantes aliados do equilíbrio ambiental. Ao se alimentarem de frutos, ajudam na dispersão de sementes, contribuindo para a regeneração da vegetação. Além disso, também consomem insetos e aracnídeos, como escorpiões, colaborando para o controle natural dessas populações. 

O que fazer ao encontrar um gambá

Por serem animais silvestres, os gambás não devem ser capturados, alimentados nem perseguidos. Na maioria das vezes, eles não oferecem riscos quando não são perturbados.



Ao encontrar um gambá, a orientação é manter distância e permitir que ele siga seu caminho naturalmente. Caso o animal esteja ferido, preso ou em situação de risco, o recomendado é acionar os órgãos ambientais competentes para que o atendimento seja realizado por equipes especializadas.

Para mais conteúdos:



Cubatão