Confira as curiosidades da rosela, ave que vive até 25 anos

Pássaro parente da calopsita chama a atenção pela inteligência e pela aparência de cores vibrantes, além de hábitos curiosos

Redação
Publicado em 25/06/2026, às 09h35

Rosela necessita de viveiro amplo para fazer voos curtos - Maria Doina Mareggini/Pexels


O universo das aves domésticas oferece uma enorme variedade de espécies para tutores, com destaque para a família dos psitacídeos. No quadro É Pet, da TV Cultura Litoral, o veterinário e apresentador Danilo Sato apresentou a rosela, um pássaro de cores vibrantes, que se destaca pela beleza exuberante e por hábitos cheios de curiosidades.

Origem e características

A rosela é o nome genérico atribuído a um grupo de aves pertencentes ao gênero Platycercus, composto por seis espécies distintas. Originárias da Oceania, elas são parentes das calopsitas e dos periquitos australianos. Segue a lista com as principais características físicas da ave:

Na natureza, a variedade mais comum é a rosela oriental. Contudo, em criatórios autorizados, é frequente encontrar espécimes com colorações diferenciadas, resultantes de mutações genéticas.



Comportamento ativo e independente

Diferente de outros psitacídeos conhecidos pela capacidade de repetir palavras e pela busca constante por atenção, a rosela possui um temperamento particular. O animal demonstra inteligência, curiosidade e comportamento bastante ativo, mas preserva uma postura mais independente no dia a dia.

O veterinário Danilo Sato detalha o perfil de convivência do pássaro com os seres humanos:

Não costumam gostar de carinho o tempo todo. É aquela ave que gosta de companhia, mas no próprio ritmo".

Espaço físico e manejo alimentar

A criação responsável da rosela exige atenção rigorosa com a estrutura física da moradia. Por ser um animal ativo, o uso de um viveiro amplo é fundamental para permitir que a ave execute pequenos voos. O ambiente deve contar com poleiros variados e mecanismos de enriquecimento ambiental para estimular o gasto de energia.



A rotina nutricional também necessita de critérios técnicos e vai muito além do oferecimento de sementes comuns. A base do trato diário deve ser composta por ração extrusada de alta qualidade desenvolvida especificamente para psitacídeos. Como complemento moderado, o tutor deve fornecer porções de frutas, legumes e verduras, sempre sob a orientação de um profissional.

*Com informações do apresentador e veterinário Danilo Sato, para o quadro 'É Pet?' da TV Cultura Litoral.

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