Cadela Jadi não resiste e tutores alertam para uso de guia e focinheira

Animal não resistiu aos ferimentos após um mês de internação clínica; família pede responsabilidade de outros donos de cães para evitar novas tragédias

Redação
Publicado em 28/07/2026, às 10h00

Família acompanhou a mascote até os últimos instantes e publicou carta de agradecimento nas redes sociais - Reprodução/Redes Sociais


A cadela Jadi morreu na quinta-feira (23), após um mês de internação. A família confirmou a perda nas redes sociais e aproveitou a despedida dolorosa para fazer um apelo urgente sobre a posse responsável de animais.

O quadro de saúde da cachorra se agravou nos últimos dias, em Guarujá, no litoral paulista. Durante a recuperação de um ferimento no focinho, parte dos pontos não cicatrizou como o esperado, o que deixou uma área do osso exposta. Apesar de todos os esforços da equipe do hospital É o Bicho, o organismo do animal não resistiu.

 



Os tutores acompanharam a mascote até o último momento. Em uma carta aberta, a família agradeceu o apoio, as orações e as contribuições que permitiram manter a assistência veterinária.

Hoje, nosso alívio é saber que ela não sente mais medo, nem dor", diz o texto nas redes sociais.

Relembre

Caso ocorreu no início do mês de julho, na manhã do domingo (5), quando a cadela de nove anos sofreu ferimentos graves ao ser atacada dentro de casa por um american bully. O cão, que passeava com o tutor sem o uso de focinheira, desferiu a mordida por uma fresta no portão.

A mascote teve a face desfigurada, múltiplas lesões, perda de dentes e fraturas severas na mandíbula e no maxilar. Socorrida às pressas, a cachorra passou por uma complexa cirurgia de reconstrução facial e permaneceu sob cuidados intensivos e monitoramento constante antes do falecimento.



Responsabilidade e segurança

A morte de Jadi levanta um debate necessário sobre segurança nas vias públicas. A família alerta para que outros tutores utilizem os equipamentos de proteção adequados durante os passeios com seus cães. 

A publicação reforça que o uso correto da coleira, da guia e, quando necessário, da focinheira não é apenas uma obrigação, mas um ato de respeito à vida.

Hoje foi a nossa Jadi. Amanhã, a vítima pode ser outro animal ou até mesmo uma criança", alerta a família.

 



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