Serviço é tarifado com um custo acessível: R$ 1 para cada 15 minutos de uso da bicicleta
Da Redação
Publicado em 23/01/2019, às 09h34 - Atualizado em 24/08/2020, às 04h41
O sistema de bicicletas compartilhadas passou a operar em Ilhabela, desde terça-feira, 21, com 150 bicicletas em fase experimental. A previsão é de que o serviço opere até o final da temporada de verão. Ainda está em estudo a operação de patinetes motorizados
As bicicletas são distribuídas pelo método dockless pela cidade, em locais variados como parques e áreas próximas de ciclovias, em um trecho que compreende a balsa até a Praia do Viana. Sem um local fixo para devolução, os usuários podem deixar as bicicletas em qualquer ponto dentro da área de cobertura que indica o aplicativo, onde outras pessoas podem utilizar ou os funcionários da empresa fazem o remanejamento delas.
A prefeitura autorizou a operação da empresa Yellow, com alvará de 20 dias e com possibilidade de ser prorrogado ou podendo haver um chamamento para que essa e outras empresas possam entrar no mercado. O diretor de Relações Governamentais da Yellow, João Sabino, destacou: “Temas complexos como a mobilidade urbana são solucionados quando o poder público e a iniciativa privada trabalham lado a lado”, afirma .
O serviço é tarifado com um custo acessível: R$ 1 para cada 15 minutos de uso da bicicleta. Para usufruir do Yellow, o usuário deve baixar o aplicativo e pode comprar créditos nos valores de R$ 5, R$ 10, R$ 20 e R$ 40. A orientação é para que os usuários as deixem em locais públicos que permitem o estacionamento de veículos em geral e não atrapalhem o fluxo de pedestres.
Com o intuito de colaborar com a mobilidade urbana de Ilhabela, esse sistema de transporte alternativo foi pauta de reunião com o atual secretário estadual de Logística e Transportes, João Octaviano.
O secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e do Turismo, Ricardo Fazzini, lembrou que a operação das bicicletas compartilhadas contribui para a diminuição da circulação de carros na rua, o que já está previsto até nas normativas do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).
Além dos benefícios para a mobilidade urbana, o meio ambiente e o turismo da cidade, o serviço também colabora com a contratação de mão de obra local, além da locação de um galpão no município.