Projeto de Guarujá combate o desperdício e ajuda famílias

Costa Norte
Publicado em 26/06/2017, às 08h57 - Atualizado em 24/08/2020, às 02h49

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Feira da Cidadania arrecada frutas, verduras e legumes junto aos comerciantes e beneficia famílias cadastradas no projeto

O desperdício de alimento é combatido em Guarujá com uma nova iniciativa. Toda semana, é realizado o projeto Feira da Cidadania, que destina a famílias em situação de vulnerabilidade social, frutas, verduras e legumes fora dos padrões de comercialização, mas em condições sanitárias e nutricionais de consumo.

A arrecadação é obtida junto aos feirantes, supermercados e comércios de hortifrutis.Os alimentos são separados e entregues no mesmo dia. Atualmente, 85 famílias são beneficiadas com o projeto. De janeiro a maio deste ano foram doadas mais de 10 toneladas de alimentos.



A iniciativa é realizada por meio da Diretoria de Segurança Alimentar e Nutricional, vinculada àSecretaria de Desenvolvimento e Assistência Social. A coordenadora da diretoria, GeorgiaHegedus Ramos, explica a importância do projeto. Disse ela: “Sabemos que o Brasil já saiu do mapa da fome, mas o desperdício no país é muito grande. Por isso, a importância da conscientização e também da parceria com esses estabelecimentos”.

Segundo ela apesar da quantidade de alimentos doados, muitos produtos não têm condições de consumo e precisam ser descartados.

Projeto



Para fortalecer a alimentação de qualidade e incentivar os agricultores locais a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social aderiu ao Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), modalidade Compra com Doação Simultânea. Uma ação do Governo Federal que utiliza mecanismos de comercialização, que favorecem a aquisição direta de produtos de agricultores familiares ou de suas organizações, estimulando os processos de agregação de valor à produção.

Todas as terças-feiras, agricultores locais fazem a entrega de verduras e frutas, dentre eles – banana-prata, banana-nanica, chuchu, maracujá, batata doce, pepino, entre outros.

Na Diretoria de Segurança Alimentar e Nutricional eles são pesados e encaminhados para os equipamentos sócios assistenciais: Abrigos, Casa de Acolhimento, Albergue, Cras, Cati, ONGs e Restaurantes Populares.



O programa não tem nenhum custo para o município, quem efetua o pagamento para os agricultores é o Ministério de Desenvolvimento Social, através da Companhia Nacional de Abastecimento.

Foto: Helder Lima/PMG

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