Monitoramento aéreo em debate

Costa Norte
Publicado em 14/09/2017, às 09h18 - Atualizado em 23/08/2020, às 16h09

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Combates ao desmatamento, ao descarte irregular de lixo e ao parcelamento irregular do solo são alguns dos benefícios que o projeto de monitoramento aéreo poderá oferecer à  cidade

Combates ao desmatamento Monitoramento aéreo em debate, ao descarte irregular de lixo e ao parcelamento irregular do solo são alguns dos benefícios que o projeto de monitoramento aéreo poderá oferecer à  cidade. A possibilidade para implantação do serviço foi discutida em reunião ocorrida no dia 12 passado, na Secretaria de Planejamento Urbano, Obras e Habitação da prefeitura de Ilhabela. Em princípio, o monitoramento aéreo seria utilizado para a fiscalização e controle dos Núcleos de Regularização Fundiária e Interesse Social do município, além de servir como plataforma de registros fotográficos para as demais secretarias.

Fotografias, sobrevoos de bairros e núcleos, localizações, mapas e construções foram mostrados por técnicos, durante a apresentação do projeto. Edvaldo Anizio da Silva,  diretor do departamento de Habitação e Regularização Fundiária, explicou que a abrangência das possibilidades de serviços é ampla. “O foco dessa inciativa é monitorar o crescimento desordenado, mas, nada impede que a atividade beneficie outros setores da municipalidade, como, por exemplo, contribua com a segurança, saúde (no caso da dengue), desmatamento e demais situações. O ideal é que esse monitoramento aconteça mensalmente, para que os problemas sejam detectados já em seu início e, assim, agilizar a intervenção dos órgãos competentes”.

Também participaram da reunião, representantes do departamento de Fiscalização, Secretarias de Meio Ambiente, de Desenvolvimento Econômico, e de Turismo. Atualmente, a área de Habitação do arquipélago está empenhada na regularização dos 15 Núcleos de Regularização Fundiária e Interesse Social da cidade e no combate ao crescimento desordenado e irregular de construções em Área de Preservação Permanente (APP) e áreas de risco.



O projeto de monitoramento aéreo será encaminhado para análise.

Foto: Karol Assunção / PMI