Com piso nacional fixado em R$ 1.627, boleto DAS terá reajuste automático a partir de fevereiro; para caminhoneiros, o cálculo é sobre 12% do salário
Redação
Publicado em 29/12/2025, às 17h28
Microempreendedores Individuais (MEIs) de todo o país devem preparar o bolso: a contribuição mensal obrigatória ficará mais cara em 2026.
Avisos emitidos pela Fenacon (Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis) e até pelo Posto Sebrae Aqui, de Ilhabela, reforçam que o reajuste do salário mínimo impacta diretamente o valor do DAS-MEI (Documento de Arrecadação do Simples Nacional).
Com o novo salário mínimo definido em R$ 1.627 (aumento de cerca de 7,2% em relação ao anterior), a contribuição mensal para a categoria geral passará a variar entre R$ 82,35 e R$ 87,35, dependendo da atividade exercida.
Os novos valores valem para os boletos com vencimento em 20 de fevereiro de 2026, referentes à competência de janeiro.
O aumento ocorre porque a parte referente ao INSS no boleto corresponde a 5% do salário mínimo vigente. Somam-se a isso as taxas fixas de ISS (R$ 5) e ICMS (R$ 1). Confira os valores atualizados:
Para a categoria do MEI Caminhoneiro, a regra é diferente e o valor é mais alto. Segundo a Fenacon, o cálculo para esses profissionais considera 12% do salário mínimo para o INSS, somado às mesmas quantias de ICMS e ISS do microempreendedor tradicional.
Com a base de cálculo atrelada ao novo piso de R$ 1.627, o transportador autônomo também sentirá o reajuste no boleto mensal. O valor final depende do tipo de produto transportado e do local de destino.
Manter o pagamento do DAS-MEI em dia é essencial, pois é a única obrigação financeira do MEI mesmo quando não há faturamento. A regularidade garante acesso a benefícios como:
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