Para evitar danos ao aparelho, causados pelo superaquecimento e pela corrosão salina, é necessário seguir algumas orientações
Ana Júlia Constantino
Publicado em 23/01/2026, às 13h50
Entender como proteger o celular na praia é essencial, não apenas para evitar riscos estéticos, como arranhões na tela, mas, principalmente, para prevenir danos internos irreversíveis causados pelo superaquecimento e pela corrosão salina.
De acordo com recomendações de grandes fabricantes como Apple e Samsung, os dispositivos móveis são projetados para operar em temperaturas ambientes entre 0 °C e 35 °C.
Quando expostos diretamente ao Sol forte, ou deixados dentro de carros estacionados, eles podem ultrapassar esse limite, ativando mecanismos de proteção que limitam o carregamento, escurecem a tela e, em casos extremos, causam desligamento automático para evitar explosões, ou danos permanentes.
Além do calor, dois outros elementos ameaçam a vida útil do seu aparelho. São eles:
Para evitar danos ao aparelho, confira algumas orientações fundamentais:
Além disso, segundo o suporte oficial da Samsung, caso o dispositivo entre em contato com líquidos, como, por exemplo, água do mar, ou água de piscina, deve-se remover o sal e impurezas o mais rápido possível. A orientação é:
A Apple também possui recomendação semelhante em seu guia de manuseio do iPhone.
As duas principais fabricantes reforçam que o sal é altamente corrosivo e pode danificar a placa-mãe se não for removido rapidamente.
Assim, a prevenção continua sendo a melhor estratégia para quem não abre mão de registrar cada momento, mas quer proteger celular na praia com segurança.
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