Coletivo Mulheres Costa Sul faz manifesto em frente ao Fórum de São Sebastião

Grupo pede que fruto do trabalho do coletivo seja levado em consideração pelos juízes, tendo em vista risco à integridade física de mulheres e mães que buscam a ONG

Da redação
Publicado em 28/10/2020, às 13h41 - Atualizado às 14h17

- Divulgação


O grupo Mulheres Costa Sul - coletivo feminino que batalha em defesa dos direitos de mulheres, conhecido após manifestos em decorrência do brutal crime cometido em São Sebastião, que vitimou a estudante de veterinária Julia Rosenberg, em julho deste ano - voltou a se manifestar no início da tarde desta quarta-feira, 28, em frente ao Fórum de São Sebastião, dessa vez para solicitar que a atuação da rede em defesa de menores em situação de risco seja avaliada pela Justiça.

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A ONG tem uma ampla rede de auxílio a mulheres vítimas de violência e solicita que os laudos técnicos e dossiês elaborados pela rede de proteção do coletivo sejam analisados com mais afinco, uma vez que, segundo a ONG, os mesmos têm sido ignorados em casos graves em que as vítimas correm riscos a sua integridade física e psicólogica. É unânime a conclusão da rede quanto aos abusos psicológicos e físicos cometidos contra crianças e adolescentes. 



“A Rede de Proteção é formada por Órgãos dotados de imparcialidade e fé-pública. Neste sentido, nossa luta é para que o Judiciário, em especial a 1ª Vara da Comarca de São Sebastião,  valorize as conclusões e sugestões dos Órgãos que compõe a Rede de Proteção”, aponta manifesto divulgado pela entidade.

“Temos dossiês e laudos à disposição dos juizes ainda a serem avaliados, queremos apenas que sejam levados em consideração, visto que são fruto de trabalho profissional e indicam reais riscos à integridade de mulheres e crianças do município”, conclui o manifesto.