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Redação
Publicado em 28/02/2018, às 08h27 - Atualizado em 24/08/2020, às 03h13



O Santos investiga, por meio de sua Comissão de Inquérito e Sindicância, a intermediação de uma empresa para a entrada nos cofres do clube dos R$ 33 milhões que o Paris Saint-Germain pagou como mecanismo de solidariedade pela transferência de Neymar. O craque havia trocado o Barcelona pelo time francês em agosto de 2017, naquela que foi a maior negociação da história do futebol. Por ser formador do atacante, o Santos teve direito a aproximadamente 4% dos 222 milhões de euros (R$ 819 milhões à época). Contudo, o valor não coube inteiramente ao clube. Uma empresa que teria atuado como intermediária na negociação teria adquirido o direito de receber parte do montante de 5%, como apurou a diretoria do presidente José Carlos Peres, que passou a administrar o clube em janeiro. O ex-presidente Modesto Roma declarou que isso é perfeitamente natural e normal, pois, para tentar agilizar o mais rápido possível essa verba ao clube, teria que contratar um advogado que cobraria honorários de 10%. Mas agora conseguiu-se uma empresa que cobrou 5%. Vamos aguardar essa polêmica interna no clube, que tem sabor político.

O Santos e o Palmeiras participarão do Mundial de Clubes Sub-17, que será realizado em Madrid, capital da Espanha, de 28 de maio a 6 de junho desse ano, sendo os únicos representantes do Brasil. Além dos clubes brasileiros, também farão parte do torneio o Real Madrid; Atlético de Madrid; C.D Ford e Leganés, da Espanha; Tokushima Vortis e JEF United, do Japão; Olympique de Marselha, da França; Atlético Nacional, da Colômbia; Steua Bucareste, da Romênia; e Josijek, da Croácia. Ainda restam quatro vagas a ser preenchidas. A competição é disputada anualmente e está em sua 14ª edição. Luciano Santos é o técnico do Peixe .

O torcedor só verá a equipe vestida com uniformes da Umbro, em abril, embora o contrato com a Kappa termine no fim do mês. O prazo foi dado pelo presidente José Carlos Peres, que anunciou, ainda, que o Santos terá uma terceira camisa em homenagem à Inglaterra. O contrato com a marca inglesa foi fechado pelo ex-presidente Modesto Roma, mas renegociado pela atual diretoria, já que os valores foram considerados muito baixos. O vínculo por dois anos foi mantido.



Curiosidades: o atacante Bruno Henrique ainda não tem prazo para retornar ao time do Santos. Entre os obstáculos a ser superados, para que fique à disposição, está a adaptação aos óculos especiais que precisa usar por causa da contusão sofrida na retina do olho direito. O jogador reconheceu que o objeto ainda o atrapalha. Em recuperação de cinco lesões diferentes no olho direito e ainda sem previsão de retorno aos gramados, Bruno Henrique falou pela primeira vez desde que voltou a treinar em campo no Santos. E disse estar inseguro em alguns movimentos por causa do óculos de proteção. A tendência é que possa ficar à disposição após o fim da fase de grupos do Paulistão.