Santos empata com o São Paulo e chega a sete jogos sem vencer

Partida também contou com protestos contra a diretoria do clube e a Polícia Militar; próximo jogo será contra o Noroeste, no domingo (8)

Rodrigo Florentino
Publicado em 05/02/2026, às 07h57

Gol do Santos foi marcado por Zé Rafael, aos 49 minutos do segundo tempo - Raul Baretta/Santos FC


O Santos empatou com o São Paulo por 1 a 1, pela segunda rodada do Campeonato Brasileiro. Partida ocorreu na noite de quarta-feira (4), na Vila Belmiro, e contou também com protestos da torcida. Com o resultado, o Santos chega a sete jogos sem vitória.

Aos 17 minutos do primeiro tempo, o zagueiro Adonis Frias derrubou Calleri no meio do campo para evitar possível finalização do atacante são-paulino, pois ambos estavam isolados na região do campo. Frias recebeu cartão amarelo.

Aos 34 minutos do primeiro tempo, Bobadilla lançou para Tapia, que chutou cruzado dentro da área para fora, com a bola passando perto do gol, na melhor chance do jogo até então. 



O gol do Santos saiu perto do final da primeira etapa, aos 49 minutos. Adonis Frías chutou de fora da área e o goleiro Rafael deu rebote. Na sobra, Zé Rafael finalizou para fazer 1 a 0 Santos.

O São Paulo empatou aos 20 minutos do segundo tempo. Após Maik tocar para Lucas Moura, ele cruza para Jonathan Calleri fazer de cabeça, subindo mais alto que o zagueiro João Basso.

Protestos

Durante a segunda pausa para hidratação no primeiro tempo, a torcida do Santos deu gritos de protesto contra o árbitro Anderson Daronco, criticando a condução do jogo, e ao presidente Marcelo Teixeira pela má fase do clube.



Ao final do primeiro tempo, faixas foram estendidas no setor onde fica a Torcida Jovem com dizeres como “Respeitem o torcedor”, “+ 1 post. Outra cortina de fumaça”, “Queremos planejamento”, “Da arquibancada à ignorância - 2000 e hoje”, “Quem vai punir a PM” e “Empresários e PM mandam. MT obedece”. 

As frases são alusivas à morte do torcedor Alex Jacaré, atropelado por um caminhão da Polícia Militar no jogo contra o Red Bull Bragantino, em 25 de janeiro, e a atual má fase do Santos.

Em seguida, mais gritos de protesto contra o presidente Marcelo Teixeira, o diretor-executivo Alexandre Mattos e a Polícia Militar. As organizadas Torcida Jovem e Sangue Jovem também ficaram sem cantar durante os primeiros 45 minutos do primeiro tempo. Já a Sangue Jovem protestou após a partida, em frente à Vila Belmiro.



Próxima partida do Santos será contra o Noroeste no domingo (8), às 16h, no estádio Alfredo de Castilho, em Bauru, interior de São Paulo.

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