Chave conta com a favorita seleção europeia, além do Egito, da Nova Zelândia e do Irã, que está em guerra com os Estados Unidos, um dos países-sede
Redação
Publicado em 08/06/2026, às 08h25
Em processo de renovação, a seleção da Bélgica é a cabeça de chave do Grupo G, um dos mais equilibrados da Copa do Mundo do Canadá, do México e dos Estados Unidos, que começa na próxima quinta-feira (11).
A chave tem ainda o Egito, do meio-campista Mohamed Salah; o Irã, em sua quarta participação consecutiva; e a Nova Zelândia, que retorna ao Mundial após hiato de 16 anos.
Além dos experientes Romelu Lukaku, Kevin De Bruyne e Thibaut Courtois – remanescentes da geração de ouro da Bélgica, que eliminou o Brasil nas quartas de final do Mundial da Rússia (2018), terminando em terceiro lugar –, o técnico francês Rudi Garcia convocou jovens talentos.
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É o caso dos atacantes Jeremy Doku (Manchester City), Charles De Ketelaere (Atalanta) e Leandro Trossard (Arsenal).
Os Diabos Vermelhos disputarão a Copa pela 15ª vez na história. Eles selaram a vaga ao terminar as Eliminatórias Europeias na liderança do Grupo J. A chave tinha ainda o País de Gales, a Macedônia do Norte, o Cazaquistão e Liechtenstein.
Semifinalista da Copa Africana das Nações no ano passado, a seleção do Egito volta nesta edição, após ficar de fora da Copa do Catar (2018).
O técnico Hossam Hassan, ex-jogador e maior artilheiro do Egito, com 69 gols, comanda a equipe há pouco mais de dois anos. Um dos objetivos de Hassan é assegurar uma classificação inédita ao mata-mata. Nas participações anteriores (1934, 1990 e 2018), os Faraós pararam na fase de grupos.
O atacante Mohamed Salah, de 33 anos, que deixou o Liverpool no último dia 24 após nove anos no clube, encabeça a lista de convocados. Outros destaques são o atacante Omar Marmoush (Manchester City), o meio-campista Mahmoud Trezeguet e o goleiro Mohamed El Shenawy (ambos do Al-Ahly).
Em meio a incertezas geradas pela guerra dos Estados Unidos contra o Irã, a delegação iraniana optou, após autorização da Fifa, por ficar hospedada em Tijuana (México), e não mais no Arizona (EUA), como previsto inicialmente. As partidas do Irã na primeira fase continuam programadas para ocorrer nos EUA, nas cidades de Los Angeles (dois jogos) e Seattle (um).
A equipe Team Melli (time nacional na língua persa) tem o comando, desde 2023, do técnico Amir Ghalenoei, que conduziu o time às semifinais da Copa da Ásia no mesmo ano. Esta será a sétima participação – a quarta seguida – do Team Melli em Mundiais.
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Nas eliminatórias asiáticas, os iranianos arremataram a vaga com a primeira posição no Grupo A: perderam apenas um de 16 jogos.
O destaque entre os convocados é o atacante Mehdi Taremi (Olimpyakus), de 33 anos e segundo maior artilheiro da seleção, com 57 gols – o primeiro foi o ex-jogador Ali Daei, com 198.
A Nova Zelândia fecha o Grupo G. A seleção classificou-se com cinco vitórias em cinco jogos – a maioria com goleadas – nas eliminatórias da Oceania. Será a terceira participação dos All Whites (apelido do time em referência ao uniforme todo branco) no torneio. As anteriores foram em 1982 e 2010.
O técnico Darren Bazeley está à frente da equipe. Ele assumiu o time principal em 2023, depois de alguns anos nas categorias de base. O jogador mais conhecido do grupo é o atacante Chris Wood (Nottingham Forest), de 34 anos, capitão do time. Nas eliminatórias, ele marcou nove gols.
* Com informações da Agência Brasil