Da Redação
Publicado em 15/05/2019, às 08h25 - Atualizado em 26/08/2020, às 22h09
Há três anos, o povo de Bertioga saía às ruas para exercer o seu direito democrático. Defendeu então, por meio de plebiscito, o ideal de liberdade, traçando seus próprios rumos. Surgia, portanto, o maior comprometimento com as responsabilidades intrínsecas à maturidade política e social. A comunidade começa a ampliar sua participação e interferência, visando ao desenvolvimento.
Muito antes da emancipação político-administrativa de Bertioga, devem ser lembrados todos aqueles que lutaram por essa finalidade. Com o mesmo valor também estão os homens e mulheres que nasceram ou chegaram no, até então, distrito, dedicando a maior parte de suas vidas ao trabalho.
Bertioga foi emancipada pela grande maioria da população (97%), que disse o Sim. Em 3 de outubro de 1992, foi realizada a eleição para a escolha de prefeito e vereadores. A comunidade apontava os seus representantes. Agora, todos esses habitantes devem continuar suas responsabilidades, acompanhando a administração de seu município, exigindo os padrões de competência e moralidade.
Para tanto, é imprescindível descartar os vícios, lamentavelmente comuns da política brasileira. Afinal, Bertioga tem todo o potencial para implantar seu próprio modelo social. Vale ressaltar que a cidade está muito próxima de São Paulo, o maior centro produtor e consumidor da América Latina; e ainda conta com a maior riqueza, a beleza natural.
Ribas Zaidan