Costa Norte
Publicado em 14/11/2014, às 16h16 - Atualizado em 23/08/2020, às 14h27
BERTIOGA
BORACEIA E A DENGUE Para melhorar a mobilidade urbana no bairro Boraceia, o vereador Luís Henrique Capellini solicitou à Secretaria de Serviços Urbanos a execução de limpeza e abertura das vielas das ruas Maria Fernandes de Lourdes Guedes, Fernando Pessoa e Dr. Osvaldo dos Santos Soares. Além disso, já com vistas ao período crítico para a transmissão da dengue pelo mosquito Aedes aegypti, que é a estação chuvosa, o parlamentar sugeriu à prefeitura que retome as medidas preventivas, principalmente, com visitas às residências e ação do carro fumacê nos bairros, para que Bertioga não reviva, na temporada 2014/2015, o mesmo resultado preocupante do início desse ano.
PONTOS DE ÔNIBUS Os vereadores Pacífico Júnior e Alemão, ambos do PROS, apresentaram indicações simultâneas nas quais cobram a instalação de pontos de ônibus com cobertura ao longo da avenida Anchieta e da rodovia Rio-Santos, em sessão realizada na terça-feira, 11. Segundo os parlamentares, os usuários do transporte coletivo têm sofrido tanto com chuva quanto com o sol em pontos que, muitas vezes, não têm sequer a demarcação. A vereadora Márcia Lia (PTB) apresentou indicação semelhante, na sessão anterior, sugerindo pontos ecológicos, e o presidente da casa de leis Luís Henrique Capellini (PROS) cobrou atitude das empresas de transporte que atuam na cidade.
CITRONELAS E CELULARES Após o veto do prefeito Mauro Orlandini aos Projetos de Lei 006 e 011/2014, ambos de autoria da vereadora Márcia Lia, o primeiro sobre o incentivo ao cultivo de citronela e de Crotalária juncea, como método de combate à dengue, e, o segundo, sobre proibição do uso de telefones celulares e demais aparelhos eletrônicos em sala de aula, sob alegação de vício de iniciativa, a parlamentar reformulou os projetos e apresentou-os como indicação para que o próprio prefeito os encaminhe como projetos de lei. Será que agora vai?
MANUTENÇÃO NO INDAIÁ Mais presente no bairro, o vereador Toninho Rodrigues (DEM) requereu medidas para manutenção na avenida Eurico Massaro Masutani, na altura do cruzamento com a rua Aprovada, 285, no Indaiá. Ele ainda solicitou a implantação de uma ciclofaixa no local e manutenção ou troca de alguns pontos de ônibus da localidade, que, segundo o vereador, estão em péssimo estado de conservação. O vereador também sugeriu a complementação da iluminação pública no antigo loteamento Citymar, no bairro Chácaras.
INTENSA E INTENSIVA A vereadora e médica Beth Consolo (DEM) reiterou, em sua indicação dessa semana, a importância de uma UTI (unidade de terapia intensiva) na cidade. De acordo com a parlamentar, trata-se de uma estrutura fundamental e indispensável para qualquer hospital, que atenda uma alta demanda de pacientes, como Bertioga. A vereadora ainda criticou a Secretaria de Saúde por não responder a suas últimas indicações.
EM OUTRO BAIRRO Conhecido por apresentar indicações nas quais cobra ações pontuais nos bairros Jardim Vicente de Carvalho e Albatroz, o vereador Edvaldo Alecrim (PROS) encaminhou demandas de moradores do Indaiá para o Executivo municipal. O parlamentar solicitou a adequação no retorno localizado na avenida Anchieta, próximo ao número 10.854, por ser o primeiro desvio para veículos que advêm da rodovia Mogi-Bertioga (SP 098). Alecrim também pediu obras de melhoria e reurbanização da praça Jardim Caiçara, no mesmo bairro.
RESPOSTA DO SECRETÁRIO Em resposta à indicação apresentada pela vereadora Valéria Bento (PMDB), na sessão anterior, a respeito do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB), o secretário municipal de Educação Ivan de Carvalho encaminhou à Câmara as cópias dos processos administrativos protocolados entre os meses de março e setembro, nos quais solicitou
a contratação de empresa especializada para inspeção de segurança e equipamentos de combate a incêndio nas unidades escolares, documento já encaminhado ao Corpo de Bombeiros. A vereadora, por sua vez, cobrou medidas práticas. “O secretário interino de Ação Social Fábio Fernandes adequou os prédios. Já o secretário Ivan vem com um monte de papel, que não está resolvendo nada. Nós estamos lidando com crianças e, graças a Deus, nada ainda aconteceu”.
AUDIÊNCIA PÚBLICA A Câmara de Vereadores de Bertioga realizou, na quinta-feira, 13, uma audiência pública para discutir o orçamento municipal de 2015. Como previsto na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o município terá disponível R$ 445.113.727,00, para pagamento de despesas e investimentos. Desse total, R$ 12 milhões serão remanejados para a Câmara Municipal e R$ 59 milhões, para o BertPrev.
ENCONTRO ÀS CEGAS Os munícipes que participaram da audiência reclamaram da falta de divulgação do evento. O aposentado Ditmar Schmit compareceu sem saber do que se tratava. “Foi divulgado apenas que haveria uma audiência pública, no dia 13 de novembro. Nem o assunto nem o horário foram publicados. Tive que me virar. Fico triste, porque é um assunto de extrema importância para a população”.
CHEQUE EM BRANCO O economista Paulo Braga questionou a transposição dos recursos do Departamento de Apoio ao Desenvolvimento das Estâncias (DADE) em Bertioga. “Eu participo do conselho de turismo e, todos os valores que chegam à cidade não passam pela nossa análise. Eles saem gastando sem controle”, criticou.
RONDA Cotado para sair como candidato ao Executivo, em 2016, pelo PSDB, o construtor Caio Matheus demonstrou interesse nas contas do município. Na ocasião, o empresário utilizou a tribuna para questionar o secretário de Administração e Finanças Fernando Moreira de Oliveira sobre o endividamento do município para 2015 em relação à operação de crédito.
RONDA II O secretário explicou que há apenas uma dívida para o ano que vem: o pagamento das obras de saneamento básico feitas na avenida Anchieta, que completaram a obra de reurbanização da via. Os R$ 2,1 milhões de dívida serão pagos a prazo, em um ano, ou seja, R$ 175 mil por mês. O restante das dívidas, como o empréstimo para pavimentação, ainda terá contrato fechado e só começará a ser pago em três ou quatro anos, de acordo com o cronograma de amortização.
CUBATÃO
DENÚNCIA A precária situação do Bolsão Sete foi objeto de requerimento apresentado na última sessão ordinária do dia 11 passado, pelo vereador Ivan Hildebrando (PDT). Ele denunciou o estado de abandono em que se encontra aquela comunidade. Ivan, que foi presidente da Comissão Especial de Vereadores (CEV) da pós-ocupação, lembrou que o coordenador do programa Serra do Mar, Fernando Chucre, afirmou, em recente reunião, que a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU) acionou judicialmente a empresa responsável pelas obras no Bolsão Sete, que se negou a realizar os reparos no conjunto habitacional.
ECOVIAS A falta de iluminação e de sinalização na saída 59, que dá acesso aos bairros Nova República, Jardim Real e Bolsões, vem elevando o número de acidentes no trecho de ligação da rodovia Anchieta com a Imigrantes. Fábio Roxinho (PMDB) pediu, por meio de requerimento, providências para o problema que tem causado grande insatisfação aos motoristas que transitam pelo local diariamente.
MEGAPOLO Os vereadores César da Silva Nascimento (PDT), Ivan Hildebrando (PDT), Fábio Moura (PROS), Fábio Roxinho (PMDB), Jair Ferreira (PT), o Jair do Bar, e Severino Tarcício (PSB), o Doda, acompanharam o MegaPolo para o Desenvolvimento do Polo Industrial de Cubatão. O evento, que ocorreu no Bloco Cultural, reuniu especialistas, personalidades empresariais e autoridades para discutir sobre os principais problemas que entravam o desenvolvimento das indústrias que atuam na cidade.
NACIONAL
DILMA SÓ DILMA A economia nacional está quase parando, à espera que a presidente Dilma Rousseff indique o substituto de Guido Mantega, no Ministério da Fazenda. Esse desfecho ela anunciou que acontecerá na próxima semana, com o seu retorno da Austrália, onde participou da reunião do G-20. Dois nomes são citados para comandar a economia do país, a partir de 1º de janeiro: Nelson Barbosa e Henrique Meirelles. Ambos topariam essa missão, mas, com carta branca. Ai está o nó. A presidente Dilma não abre mão de suas prerrogativas, ou seja, ser dela a palavra final.