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Cetesb aprova 20 praias para banho de mar em São Sebastião; veja quais evitar

Relatório da Companhia Ambiental atesta qualidade favorável em dois terços dos pontos monitorados no litoral sebastianense

Patrícia Oliveira
Publicado em 01/10/2026, às 19h00

Frequentadores devem atentar para a sinalização das bandeiras e evitar o mar em trechos impróprios ou após tempestades - Reprodução/Prefeitura de São Sebastião


A Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) divulgou, nesta quinta-feira, (1), recente balanço de balneabilidade das praias paulistas. O relatório atesta condições sanitárias favoráveis para o banho de mar em 20 dos 30 pontos de amostragem monitorados no município de São Sebastião.

A avaliação da qualidade da água segue os parâmetros estipulados pela Resolução nº 274/00 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). As análises semanais do órgão estadual mensuram a densidade de bactérias enterococos, organismos que indicam a presença de esgoto doméstico no mar, além de inspecionar a ocorrência de resíduos de óleo e a proliferação de algas nocivas à saúde.

A ampla cobertura do monitoramento abrange desde as praias da região central até as enseadas da costa sul, fornecendo dados atualizados para moradores, turistas e praticantes de esportes aquáticos que frequentam a cidade.



Mapeamento dos trechos próprios e impróprios no município

Dos 30 pontos sob acompanhamento constante em São Sebastião, 20 obtiveram a classificação própria (bandeira verde) e 10 registraram o enquadramento de imprópria (bandeira vermelha) nesta medição.

Confira a situação discriminada das praias em São Sebastião:

Alertas de saúde e riscos pós-chuva para os banhistas

Além da verificação das bandeiras de sinalização fixadas nas areias, a Cetesb faz um alerta fundamental sobre as condições meteorológicas: o banho de mar deve sofrer interrupção por pelo menos 24 horas após chuvas fortes.



Durante esses eventos climáticos, as enxurradas transportam grande volume de resíduos urbanos, lixo e contaminação do solo diretamente para as águas do mar. A exposição a trechos contaminados apresenta riscos sérios à saúde pública.

Crianças, idosos e pessoas com imunidade baixa figuram como os grupos mais vulneráveis ao desenvolvimento de infecções. O contato ou a ingestão da água imprópria pode acarretar quadros de gastroenterite grave, somados a inflamações e infecções nos olhos, ouvidos, nariz e garganta

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