Ômicron em Santos: "Até o momento estamos bem, mas não podemos baixar a guarda"

Ana Paula Valeiras, chefe da Vigilância em Saúde de Santos, alerta a população para continuarem seguindo as normas preventivas

Da redação
Publicado em 05/01/2022, às 11h23 - Atualizado às 11h31

Ana Paula Valeiras, chefe de Vigilância em Saúde de Santos - TV Cultura Litoral


Com o recente aumento de casos de gripe e da variante da covid-19, a ômicron, em todo o Brasil, a atenção da população se voltou mais uma vez para os riscos que a pandemia poderia trazer à saúde pública.

Nesta semana a prefeitura de Santos notificou o primeiro caso da variante ômicron no município, sendo o primeiro caso confirmado na região da Baixada Santista.

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Em entrevista concedida ao programa Café da Manhã, da TV Cultura Litoral, realizada nesta quarta-feira, 5, a chefe de Vigilância em Saúde de Santos, Ana Paula Valeiras, relatou como está a situação de Santos em relação à pandemia da covid-19 e a proliferação da cepa h3n2.

“É importante dizer que até o momento estamos controlados. Nós temos ainda um número baixo de internação, porém, não podemos baixar a guarda”, afirmou Valeiras. A chefe de Vigilância em Saúde de Santos continua e afirma que a ômicron gera preocupação para a prefeitura por conta da alta taxa de transmissibilidade.

O primeiro caso da variante em Santos foi identificado numa mulher de 45 anos, moradora do município que trabalha em São Paulo. Valeiras detalhou como foi detectado a ômicron na região: “foi realizado um exame RT-PCR. Ele é realizado no Instituto Adolfo Lutz em São Paulo. Lá no instituto eles fazem aleatoriamente uma pesquisa de quais exames eles vão fazer um sequenciamento genético”.



Valeiras afirma que a equipe sanitária de Santos fez o acompanhamento da família da mulher detectada com a variante, e nenhum deles estavam com a covid-19. A chefe de Vigilância em Saúde de Santos enfatiza que a moradora de 45 anos teve sintomas muito leves.