Em Santos, menos da metade do esperado tomou vacina durante campanha contra Sarampo

Ação se encerra nesta sexta, mas vacina tríplice viral, contra sarampo, caxumba e rubéola, segue disponível nas policlínicas

Da redação
Publicado em 22/06/2022, às 16h26 - Atualizado às 16h37

Imagem ilustrativa Vacinação do sarampo/bebês Enfermeira vacinando bebê - Rogério Bomfim


A cobertura vacinal da campanha contra o Sarampo em Santos, no litoral de SP, chegou a 41,6%, segundo informações divulgadas nesta quarta (22) pela prefeitura. O número representa menos da metade da meta estabelecida pelo Ministério da Saúde, de 95%.

A campanha se encerra na próxima sexta (24). Nela, são contempladas crianças de seis meses a menores de cinco anos de idade e trabalhadores da saúde, que podem se vacinar nas policlínicas da cidade das 8h às 16h (com exceção das unidades Aparecida, Alemoa e Monte Cabrão, cujas salas de vacina passam por manutenção).

Mesmo as crianças com esquema vacinal completo contra o sarampo (duas doses, a primeira aos 12 e a segunda aos 15 meses de vida) devem tomar a dose adicional, esclareceu a gestão municipal.



Menores de um ano tomam a chamada dose zero, prevista pela campanha. Os trabalhadores da saúde são imunizados apenas se não tiverem as duas doses marcadas na carteira de vacinação.

Apesar do encerramento da campanha, a vacina tríplice viral - contra sarampo, caxumba e rubéola - seguirá disponível nas policlínicas para as faixas etárias estabelecidas no calendário nacional de imunização.

O calendário prevê a aplicação da dose um da vacina tríplice viral aos 12 meses de vida e a segunda, aos 15 meses, junto com uma dose da vacina contra a varicela (catapora).



Esse intervalo vale para as crianças de até quatro anos de idade que eventualmente não tenham sido vacinadas. Já o suprimento da dose zero, para crianças aos seis meses de idade, é mantido pelo governo do Estado.

Pessoas de cinco a 29 anos não vacinadas ou com esquema incompleto devem receber ou completar o esquema de duas doses de tríplice viral, dependendo da situação, considerando o intervalo mínimo de 30 dias entre as doses. Pessoas de 30 a 59 anos não vacinadas recebem uma dose da tríplice viral.